

Prefeitos André Barreto e Guilherme Saraiva
Os prefeitos do Crato, mister André Barreto (PT), e de Barbalha, Guilherme Saraiva (PT), estão vivendo um daqueles momentos de satisfação política que não se compram nem por encomenda. Pudera! Os resultados das eleições estaduais e da disputa presidencial foram para lá de favoráveis aos seus projetos políticos. Como gosta de dizer o senador Camilo Santana, fizeram cabelo, barba e bigode! E que barbeada, meus queridos!
Enquanto isso, as oposições nos dois municípios, pelo menos por enquanto, estão mais perdidas do que cego em tiroteio. Primeiro, amargaram a derrota de Ciro Gomes na disputa pelo Governo do Ceará. Depois, veio o resultado da eleição presidencial, sepultando o sonho daqueles que já davam como favas contadas a vitória de Flávio Bolsonaro. Ou seja, além da queda, o coice! Arre égua, que fase!
Convenhamos, fazer oposição já não é tarefa para principiantes. Imaginem, então, enfrentar dois prefeitos que, além de desfrutarem de ampla maioria nas respectivas Câmaras Municipais, dispõem da força política de suas administrações, do respaldo do Governo do Estado e, agora, do alinhamento com o Governo Federal. É muita musculatura política para quem pretende entrar nessa peleja sem estar devidamente preparado.
E tem mais! Não estamos falando de dois gestores quaisquer. André Barreto e Guilherme Saraiva representam uma nova geração de políticos que chegou ao comando de suas cidades com disposição, habilidade administrativa, carisma e uma vontade danada de fazer acontecer. São jovens, articulados, sabem dialogar e vêm imprimindo às suas gestões um ritmo de realizações que, na avaliação deste colunista, merece reconhecimento.
No Crato e em Barbalha, as intervenções estruturantes, os investimentos em diferentes setores e a presença das administrações nos mais diversos recantos dos municípios ajudam a consolidar a imagem de dois prefeitos que não se contentam em apenas ocupar o poder. Querem deixar marcas, transformar realidades e construir um legado administrativo e político.
Outro aspecto que merece destaque é a importância de uma gestão pautada pela responsabilidade com os recursos públicos, pela transparência e pelo respeito aos princípios da administração. Afinal, obras são importantes, mas governar com seriedade é uma obrigação de quem recebeu do povo a missão de cuidar de sua cidade.
Diante desse cenário, as oposições cratense e barbalhense terão de encontrar muito mais do que discursos inflamados e críticas de ocasião para se tornarem competitivas. Precisarão apresentar propostas, conquistar credibilidade e, sobretudo, convencer o eleitorado de que possuem alternativas capazes de superar os atuais gestores.
E olhem que 2028 ainda está ali na esquina! Até lá, muita água haverá de passar por debaixo da ponte, mas, neste momento, André Barreto e Guilherme Saraiva estão com a bola toda, enquanto seus adversários terão de juntar os cacos, reorganizar as tropas e descobrir como enfrentar duas máquinas políticas tão bem azeitadas.
Sendo assim, estamos para lá de conversados! E, como este colunista não perde a oportunidade de dar aquela alfinetada, encerro dizendo: enquanto uns comemoram as vitórias, outros ainda procuram entender o tamanho da derrota. Sorry, periferia política!!!!!!





