

O todo poderoso presidente do Senado, o bonachão e hábil operador de negócios & negociatas, Davi Alcolumbre, é descrito com rara profundidade na Piauí de abril na reportagem de Camille Lichotti e Allan de Abreu.
Vulto? É pouco para descrever a trajetória em busca do poder do político do Amapá, o estado com o menor PIB do país, e fortemente dependente da União.
A impressionante “capivara” do sedutor político, que usa o poder lhe conferido nas urnas e de certa forma também tomado e comprado com recursos públicos, mostra uma vidraça de dimensão inversa ao pequeno tamanho do estado que representa.
O poder, como sabemos no mundo da informação quase instantânea, é como um castelo de cartas: caindo uma o prédio desaba. Ou como dizemos na Bahia, terra boa, quanto mais alto o coqueiro maior a queda do coco afinal.
É por aí.
Seguir a grana, origem e destino, é sempre um caminho. E a matéria da Piauí é estrada aberta.
P.S. Sabem quanto a AMPREV – Fundo de pensão dos funcionários públicos do Amapá investiu (sic) nos papéis podres do Banco Master? R$ 400.000.000,00! É fácil?




