

Sábado, que é o dia dos bêbados e das moças católicas, como assim cantava o saudoso cantor brasileiro Luiz Melodia.
Pois bem, por conta do meu estado de abstinência voluntária dos birinaites da vida, resolvi escrever uma matéria inédita, enfocando os bacanões Davi Macedo, Rosenberg de Freitas, Maurinho Macedo e Nelinho de Freitas.

Rosenberg de Freitas, Davi Macedo, Nelinho de Freitas e Maurinho Macedo.
Está tudo muito bem? Bem! Está tudo muito bom? Bom! Mas, realmente — mas realmente —, devido à minha caretice por estar em pleno final de semana sem encantar os lugares por onde gosto de andar, tudo por conta do meu recolhimento social voluntário, na foto em que estão essas quatro importantes figuras do caderninho “soçaite” do Crajubar, fiz comentários suaves, positivos e enriquecedores sobre três deles, deixando de assinalar qualquer observação sobre Nelinho.
O colunista cochilou, e muitos chiaram. Daí que retomo agora a mesma fotografia para falar bem de Nelinho, pois esse cara é superlegal: um jovem maduro, de sucesso, adorado pelo pai, Raimundinho de Freitas, pelo mano Rosenberg, querido pelos amigos — e sou feliz por gozar de seu apreço e amizade.
Minhas escusas ao amigo Nelinho e a todos os seus amigos e admiradores. Fica, assim, retificado o erro.
Sorry, periferia política!





