GOVERNO LULA E PT FESTEJAM,MAS NA VERDADE TEMEM BOLSONARISMO MAIS FORTE SEM BOLSONARO

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Mônica Bergamo
Folha

Ministros do governo Lula e integrantes do PT celebram em público a possibilidade de Jair Bolsonaro (PL) se tornar inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em privado, no entanto, diversos deles avaliam que, com isso, o ex-presidente pode se tornar um cabo eleitoral ainda mais forte do que já é hoje, ainda no pleno gozo de seus direitos políticos.

Em primeiro lugar, ele viraria uma espécie de mártir da causa da direita no Brasil. Na condição de vítima, atrairia solidariedade e fidelidade ainda maior de quem o admira.

PONTO DOIS – Sem o risco de Bolsonaro de novo comandar o país, o bolsonarismo poderia voltar a atrair eleitores antipetistas que passaram a rejeitar o ex-presidente por atitudes como o negacionismo na época da pandemia.

O bolsonarismo sem Bolsonaro, portanto, poderia virar o polo mais importante de oposição ao governo Lula, organizando-se em torno de um pré-candidato mais palatável do que ele nas próximas eleições presidenciais.

O nome mais citado como provável sucessor de Bolsonaro em um bolsonarismo de tintas mais suaves é o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). A chave de tudo, no entanto, será o desempenho da economia, analisam as mesmas lideranças. Se ela deslanchar, as dificuldades eleitorais da oposição cresceriam.

OUTRO CANDIDATO – Na falta de uma liderança natural como Bolsonaro, e com certa desagregação de sua base, seria preciso buscar um outro candidato em condições adversas diante de um governo Lula fortalecido.

Na semana passada, o instituto Quaest mostrou a força de Bolsonaro mesmo diante da ação no TSE. Questionados, 43% dos entrevistados disseram que ele não deveria ser condenado pelo tribunal. E 47% responderam que sim, ele precisa ser punido –uma situação de empate técnico.

Questionados se o ex-presidente deveria apoiar outro candidato à Presidência em caso de ficar inelegível, 21% escolheram Tarcísio, 15% citaram Michelle Bolsonaro, 11% apontaram o governador mineiro Romeu Zema e 4%, o senador Flávio Bolsonaro, um dos filhos do ex-presidente.

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Um dia acordei para ‘jornalizar’ a vida com os meus leitores. Nesta época trabalhava no extinto jornal Tribuna do Ceará, de propriedade do saudoso empresário José Afonso Sancho. Daí me veio a ideia de criar o meu próprio site. O ponta pé inicial se deu com a criação do Caririnews, daí resolvi abolir este nome e torna-lo mais regional, foi então que surgiu O site “Caririeisso” e, desde lá, já se vão duas décadas. Bom saber que mesmo trabalhando para jornais famosos na época, não largava de lado o meu próprio meio de comunicação. Porém, em setembro de 2017 resolvi me dedicar apenas ao site “Caririeisso”, deixando de lado o jornal Diário do Nordeste, onde há sete anos escrevia uma coluna social…

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