

Estou prestando bastante atenção ao que se sucede na política juazeirense, pois o surgimento de mais uma figura emblemática e enigmática desempenhando o papel de acusador de políticos devidamente escolhidos para serem alvo de seus ataques os mais diversos, penso cá com os meus botões: isso não vai dar certo nem para ele e muito menos para quem o contratou.
Mas isso eu lhes falo de cátedra caríssimos leitores, pois já vivenciei no Crato e em Juazeiro do Norte esse tipo de situação e sabem o que aconteceu? Conto-lhes: em Crato aportou o radialista fortalezense Paulo Limaverde que todos os dias num programa de rádio citadino, tirava o couro dos adversários do então prefeito José Adega. Passou quase um ano nessa cantilena para no final nem o querido amigo Zé Adega conseguir sucesso em sua sucessão e Paulo Limaverde terminou fugindo do Crato. Em meados de junho o mesmo faleceu em Fortaleza e este colunista sentiu muito por ser seu amigo apesar dos pesares e por gostar por demais de seu irmão Narcélio Limaverde que também é radialista só que adotava um estilo completamente diferente do seu, quando chegou até a se eleger deputado estadual por Fortaleza beleza.
Algum tempo depois chegou em Juazeiro do Norte outra novidade neste aspecto, falo da figura do Chico Alves que nas terras romeiras montou um jornal impresso e dai em diante começou uma fase de ataques grosseiríssimos contra alguns políticos da época. Lembro-me que o saudoso Mauro Sampaio era um de seus alvos prediletos. Amanhecia o dia metendo a lenha em muitos políticos, um verdadeiro tiroteio jornalístico. Sabem o que aconteceu novamente? O danisco do Giovanni Sampaio pegou o afoito escriba e lhe deu uma sova que até hoje o homem pegou o beco para nunca mais voltar.
Eis que nos dias atuais, estamos a ver estrear mais um tipo que atua nesse sentido em Juá de meus amores, mas acredito que não demorará muito e logo teremos um desfecho nada salutar para essa figura. Bom dizer que a classe de comunicadores sociais do Crajubar não apoia esse tipo de conduta e isso serve para que chegue com maior rapidez a derrocada daquele que resolve aderir a essa maneira grosseirona de praticar o jornalismo. Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia política!!!!






