

O sururu tomou conta do terreiro bolsonarista neste meio de semana com a aterrissagem do presidenciável Flávio Bolsonaro em Fortaleza e Juazeiro do Norte. E o rebuliço, pelo visto, não foi pequeno.
Os ciristas de carteirinha trataram de manter distância, principalmente integrantes da alta cúpula da campanha. Ciro Gomes, por sua vez, evitou qualquer aproximação pública com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nada de ligações que possam provocar embaraços eleitorais, sobretudo numa disputa em que cada gesto, fotografia ou aperto de mão pode ganhar enorme repercussão.
O constrangimento também alcançou bolsonaristas e setores da direita que aceitam votar em Flávio Bolsonaro para presidente, mas encontram dificuldades para compreender o distanciamento, no Ceará, entre aliados locais e a família do ex-presidente. Para essa turma mais fiel ao bolsonarismo, apoiar um candidato ao Governo que procura manter distância do seu principal referencial nacional é algo difícil de entender — e mais difícil ainda de engolir.
Mas vocês não sabem o que teria acontecido por baixo dos panos. E aqui entra uma história de bastidor que chegou até esta coluna.
“Rapaz, a Priscila Costa, com muita peleja, conseguiu subir no trio, só que não conseguiu embarcar o Frota, que é o marido dela. Ela ainda colocou o meu nome e o da Mayra Queiroz, só que fomos barrados. Quer dizer: ficamos eu, o Frota e a Mayra fora do baile.”
O depoimento foi repassado à coluna por uma fonte ligada à direita, cuja identidade será preservada. Segundo essa pessoa, o episódio ocorreu nos bastidores da passagem de Flávio Bolsonaro por Juazeiro do Norte. A coluna também teve acesso ao áudio com o relato, mas, sem confirmação independente dos envolvidos, registra a versão como declaração da fonte, e não como fato comprovado.
Se foi assim mesmo, o desembarque do “01” produziu muito mais do que discursos, acenos e fotografias. Teve disputa por espaço, gente tentando subir no trio e outros terminando, literalmente, fora do baile.
Vou te contar…







