

Vou te contar: os irmãos Ivo e Lia Ferreira Gomes estão iguais a pitomba em boca de banguelo, para lá e para cá, rodopiando como em um samba do crioulo doido.
Enquanto o ex-governador Ciro Gomes chutou o pau da barraca, deu um chega para lá no Partido dos Trabalhadores, no senador Camilo Santana e no próprio hermano Cid Gomes — seus aliados de uma vida inteira —, os dois estão como naquele samba do cantor Martinho da Vila: “Não sei se vou, não sei se fico. Se fico aqui, se fico lá. Se estou lá, tenho que vir; se estou aqui, tenho que voltar…”
Cid Gomes, que foi abandonado pelo irmão Ciro, também já se resolveu. Ficou com a recandidatura do atual governador Elmano de Freitas. Depois de passar um bom tempo no modo avião, Cid pegou o beco, viu que a aventura da candidatura do irmão é uma roubada e, pernas para que te quero, caiu fora.
O que não pode é Ivo e Lia Gomes usufruírem das benesses ofertadas pelos governos do Partido dos Trabalhadores, nos âmbitos estadual e federal, e, vez por outra, promoverem o maior dos barracos, desarmonizando a aliança em Sobral, ameaçando revidar ataques que, com certeza, sairão da boquita dos aliados da situação.
Campanha política é jogo bruto: quem for podre que se quebre. É impossível ter um Ciro com sua verborragia grosseira e grotesca e precisar ficar calado. Isso demonstra uma completa falta de senso por parte dos irmãos menos graduados de Ciro e Cid Gomes.
Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry, periferia política!






