

No flash: Homberto Mendonça e Etinha com o neto querido Emmanuel
Na semana passada, uma andorinha que voava pelo céu resolveu pousar em meu ombro para me contar algo fantástico, algo que me deixou bastante feliz: o elegante casal Humberto Mendonça e Antonieta (Etinha) está completando neste mês de junho 61 anos de um felicíssimo casamento.
É bom demais ver uma dupla assim comemorando, em Fortaleza, no conforto de seu apartamento, uma convivência tão longeva, cercada pelas filhas, pelo filho, pelos netos, pelas netas e por todas as demais figurinhas que fazem parte da mobília doméstica.
Casais assim já não acontecem com frequência hoje em dia. O que vemos, na maioria das vezes, é um verdadeiro “casa e separa” sem fim. Aliás, os casamentos civil e religioso estão em decadência, em desuso. A moda agora é simplesmente se juntar, muitas vezes já pensando em algum contrato indenizatório para que, no dia da separação, ninguém saia de mãos abanando.
Por essas e por outras, venho aqui celebrar o casamento à moda antiga de Humberto e Etinha, daqueles em que ainda se mandam flores e se cultivam as lembranças de um grande amor que não tem data para acabar. Ou melhor: só quando a morte os separar — e queira Deus que esse dia esteja muito, muito distante. Sorry, periferia!!!!

Em tempo: As Bodas de Cobre representam a força e a solidez de um casamento que perdura por mais de seis décadas. O cobre é um material resistente, mas que passa por várias fases para atingir sua durabilidade máxima, simbolizando o crescimento e a maturidade do relacionamento ao longo dos anos. Assim como o cobre, o casamento de 61 anos reflete resistência, cuidado e delicadeza, mostrando que a união se mantém firme mesmo após tantos desafios e experiências compartilhadas





