

Os opositores do prefeito Glêdson Bezerra, em Juazeiro do Norte, deveriam modificar a metodologia até agora adotada na tentativa de abatê-lo politicamente à base de sofismas, maledicências e fantasias.
Simplesmente sair por aí dizendo que o prefeito é ladrão, que isso, que aquilo, que patati e patatá, não convence. Quem acompanha de perto a gestão municipal romeira e, como este colunista, tem a oportunidade de manter bons e esclarecedores bate-papos com o prefeito juazeirense, conhece sua índole, seus princípios e, sobretudo, o zelo que demonstra no trato com a coisa pública.
Glêdson me faz lembrar quatro homens públicos que conheci no Crato e que governaram nossa cidade deixando suas marcas de sabedoria e honradez. Falo dos ex-gestores Walter Peixoto, Ariovaldo Carvalho, Pedro Felício e Raimundo Bezerra, sendo os três últimos já falecidos.
E nem é preciso fazer grandes discursos para justificar o que afirmo. Basta observar o patrimônio de Waltinho e aquilo que deixaram os demais. Eram homens que possuíam bens oriundos de suas famílias ou conquistados por meios alheios aos cofres públicos. Não fizeram da política instrumento para enriquecimento pessoal.
Mas voltemos a Glêdson Bezerra.
Na última sexta-feira, dia 28 de agosto, o Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE) emitiu parecer prévio favorável à aprovação das contas de governo do prefeito Glêdson Bezerra, referentes ao exercício financeiro de 2023.
A análise técnica destacou aspectos importantes da gestão orçamentária de Juazeiro do Norte. O município assegurou a aplicação dos percentuais exigidos por lei nas áreas de Saúde e Educação, além de manter o repasse financeiro ao Poder Legislativo em conformidade com as determinações constitucionais. As despesas com pessoal também permaneceram dentro dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, enquanto o endividamento municipal se manteve sob controle.
A avaliação apontou ainda a regularidade dos repasses previdenciários, o cumprimento da meta de resultado primário e a existência de disponibilidade financeira em caixa para cobertura dos restos a pagar assumidos.
São dados que precisam entrar no debate político.
A oposição tem todo o direito — e até o dever — de fiscalizar, questionar e cobrar o prefeito. Isso faz parte da democracia. Mas críticas ganham força quando estão amparadas em fatos, documentos e argumentos consistentes. Acusações lançadas ao vento, sem a devida comprovação, terminam produzindo justamente o efeito contrário ao pretendido.
Para uma cidade que durante tantos anos conviveu com desconfianças, denúncias e turbulências envolvendo a administração pública, é confortador observar um órgão de controle emitir parecer favorável às contas governamentais de seu prefeito.
Juazeiro do Norte parece ter encontrado um caminho importante: cobrar resultados de seus gestores, fiscalizá-los permanentemente e, quando os números e os órgãos competentes reconhecerem o correto trato com o dinheiro público, também saber reconhecer os méritos.
No caso de Glêdson Bezerra, o parecer do TCE-CE fala por si.
A TRISTEZA DO PREFEITO: O senhor Severino, pais de Sandra Cavalcante, esposa de Glêdson, a quem o prefeito dedicava bastante respeito e carinho, faleceu neste último final de semana.
Honra ao mérito!!!!






