
A licença por 120 dias do deputado estadual Fernando Santana acabou e ele já está de volta à sua cadeira na Assembleia Legislativa. Voltou sem ter conseguido dar conta das tarefas políticas que lhes foram confiadas. Por conta disso a CPI na Enel que tanto espalhafato fez, quando recebeu o apoio de 45 colegas deputados para a sua instalação, não resultou em nada. Necas de pitibiribas.
Nestes 120 dias de licença o nobre deputado pupilo do Camilo Santana pelejou para encontrar uma saída positiva para que o Partido dos Trabalhadores encontrasse uma maneira para ter um candidato a prefeito para chamar de seu em Juazeiro do Norte. Esta também foi mais uma tarefa não cumprida. Todas as alternativas se mostraram frustradas. Nem o seu próprio nome encontrou ressonância no seio da sociedade romeira.
A última tarefa foi emplacar Giovanni Sampaio na direção do Hospital Regional do Cariri, o vice-prefeito de Juazeiro do Norte que está com Camilo e Fernando Santana até debaixo d’água turvas, minha nossa(!), essa estorinha ficou somente na vontade, pois o Ministério Público tratou de dizer não a mais esse desejo dos petetes juramentados.

“Ele voltou! O boêmio voltou novamente. Saiu daqui tão contente, por que razão quis voltar?” (Royalties para o saudoso cantor Nelson Gonçalves em sua música “A Volta do Boêmio”) Acontece que os objetos do desejo de nosso querido Fernando Santana não se concretizaram e ai tudo voltou a estaca zero. Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia!!!!
Em louvor deste texto, vejam muito bem, que tal ouvirmos a música “A Volta do Boêmio” que vai servir para ilustrar esta matéria política e reverenciar a figura deste que foi em vida um dos maiores cantores do Brasil. Vamos lá Nelson Gonçalves:
A Volta do Boêmio
Nelson Gonçalves
Boemia, aqui me tens de regresso
E suplicante te peço a minha nova inscrição.
Voltei pra rever os amigos que um dia
Eu deixei a chorar de alegria; me acompanha o meu violão.
Boemia, sabendo que andei distante,
Sei que essa gente falante vai agora ironizar:
“Ele voltou! O boêmio voltou novamente.
Partiu daqui tão contente. Por que razão quer voltar?”
Acontece que a mulher que floriu meu caminho
De ternura, meiguice e carinho, sendo a vida do meu coração,
Compreendeu e abraçou-me dizendo a sorrir:
“Meu amor, você pode partir, não esqueça o seu violão.
Vá rever os seus rios, seus montes, cascatas.
Vá sonhar em novas serenatas e abraçar seus amigos leais.
Vá embora, pois me resta o consolo e alegria
De saber que depois da boemia
É de mim que você gosta mais”.






