

Todos estão esperançosos que o promotor Leitão Moura que também é vice-prefeito do Crato e voz fortíssima dentro da ExpoCrato, resolva sem delongas essa zoeira.
A cantilena da semana foi a tal proibição de música ao vivo nas barracas da ExpoCrato e que tanta revolta gerou entre os artistas de médio porte e até junto aos visitantes que curtem a Exposição Agropecuária em sua parte treadicional e não no MATA/MATA que acontece na parte social(de shows) do evento. Este colunista é um exemplo disso tudo, pois tenho uns dez anos que não desço para aquele sururu, prefiro bebericar, ouvir os artistas medianos e bater papo nas barracas que hoje, em sua grande maioria, estão muito aconchegantes e atenciosas nos quesitos cardápios variados e atendimento de primeira.

Esse pessoalzinho não pode ser amordaçado pelos promotores da ExpoCrato 2025. Fazem parte desse show.
Banheiros na parte de cima ou no antigo Parque como queiram dizer, temos muito bem estruturados e não aquelas porcarias de banheiros químicos que disponibilizam na área de shows com qualidade horrorosa e dificílimos de um bom acesso. Já fui eventos em que os banheiros químicos eram bem estruturados, tinham até lounges para os recorrentes desse tipo de serviço.
Mas o que quero lhes dizer é que desde que a Exposição é Exposição que a presença desses músicos é uma constante e a Associação dos Criadores de Ovinos e Caprinos do Cariri(ACOOA) vai ser sensível a esse detalhe e saberá com habilidade contornar essa celeuma. Até acho que os responsáveis maiores por essa Exposição Agropecuária já deveriam pensar numa maneira de acontecer esses sons sem prejudicar o estado emocional dos animais expostos nos seus pavilhões.
Mas pelo que tenho acompanhado essa onda o prefeito André Barreto, o vice-prefeito Leitão Moura e o presidente da Câmara Municipal, vereador Matheus Leite, estão sensibilizados com este dilema que tanta preocupação tem trazido aos artistas medianos que aproveitam a ExpoCrato para exibirem seus talentos e ainda por cima embolsarem uma graninha legal. Podem ter certeza que isso será resolvido, disso este colunista não tem a menor dúvida. Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia!!!!
A Expocrato sem os artistas medianos vai ficar manca, tipo Claudinho sem Buchecha. Por falar nisso, dedico a música intitulada “Fico assim sem você” a todos os que podem dizer não contra esse dilema:






