


Olha, gente, confesso a vocês que os meus dois períodos em que assinei colunas no Jornal Maior, Diário do Nordeste, foram marcados por muito frenesi, dedicação, amor a esse veículo de comunicação e aprendizado.

Para este colunista, que teve o privilégio ofertado pelo glorioso São José e, por conseguinte, pelo jornalista Edilmar Norões — que era meu tio e que Deus o tenha em sua morada —, iniciar suas escritas, minhas bem traçadas linhas, em um jornal do porte do DN, onde dividia uma página com a querida amiga Gaidô Alencar, no Diário do Nordeste – Região Sul, foi tudo o que um principiante na carreira jornalística poderia sonhar.
Engraçado: iniciei minhas lides de colunista no Jornal DN e finalizei nele mesmo — isso em termos de jornal impresso —, pois continuo firme e fagueiro na chamada mídia digital, dando sequência a esse mister com força e vontade, fazendo as pessoas acontecerem em seus cotidianos, a ponto de um determinado amigo reconhecer que sou o “rouxinol do Cariri”. Isso porque amanheço todos os dias da semana trazendo excelentes notícias, que elevam o astral de todos os nossos leitores.
Quero também enaltecer o meu período no jornal O POVO, por meio do Jornal do Cariri, um tabloide diário impresso, mantido pelo Grupo de Comunicação Demócrito Dummar, que também muito contribuiu para o meu sucesso no mundo da comunicação.
Estou surfando nessa onda nostálgica porque ontem, em um domingão ensolarado, eu estava curtindo a tela do meu computador quando, de repente, recebi via WhatsApp duas páginas do Jornal DN contendo a minha coluna nesse prestigiado meio de comunicação social. Foi muito gratificante o envio, por parte de um amigo leitor, dessas duas lembranças, que aqui compartilho com vocês.







