

Tenho conversado quase todos os dias com gente da direita e extrema direita para sacar como vai o astral de cada um, diante da desorganização que tomou conta do terreiro lá deles. Aqui no Ceará é grande a bagunça, pois o pessoal que sempre esteve dedicado a esse campo político e foi alvo dos destemperos verbais e oposição pra valer do ex-governador Ciro Gomes, nele não reconhece autoridade ou confiança assim como queiram dizer, de entregar a ele esse legado de lutas em detrimento daqueles que já se encontram nessa frente de batalha tem um bocado de tempo em nosso Estado.
Fernando Torres, por exemplo, que hoje assumiu a grande missão de coordenar o mandato do senador Eduardo Girão em Brasília, em conversa telefônica neste último final de semana comigo, disse-me que o seu senador não abre mão da condição in pectori de candidato a governador em 2026, nem para um trem carregado de dinamite com um bêbado desequilibrado fumando charuto em cima de um de seus vagões.
Essa situação coloca em sério risco todos os seguidores de Ciro Gomes, pois se este político sentir que não reúne condições favoráveis de unir o campo direitista em torno de seu nome, sua candidatura a governador do Ceará no próximo ano perderá toda a razão de ser, sim, pois enfrentar as lideranças em completa ascensão como a do atual governador Elmano de Freitas, do senador/ministro Camilo Santana e do senador Cid Gomes é uma missão tida e havida até como impossível, ainda mais sem aquele gostinho político da concórdia, ai é que a coisa se complica.
Sente-se no ar que a direita “au grand complet” deseja mais uma candidatura tipo a de Eduardo Girão, senador que vem realizando um grande trabalho na ala direitista, que a de um Ciro Gomes que até bem pouco tempo atrás comia nas mãos de Lula da Silva e do petismo por extensão. Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia política!!!!







