

Prefeito André Barreto vem transformando o Crato num canteiro de obras e isso perturba a oposição

Prefeito Glêdson Bezerra por sua maturidade política, reconhece a grandeza de um opositor.
Nunca vi uma oposição tão sem graça como a do Crato. Dia desses, abri as redes sociais e dei de cara com o prefeito Glêdson Bezerra, de Juazeiro do Norte, elogiando o desempenho político de seu adversário, Davi Macedo. Glêdson foi mais longe ao ensinar o Governo do Estado a incentivar ainda mais o trabalho do correligionário deles.
Aqui no Crato, a oposição não consegue dormir sem antes buscar inspiração para atacar a situação. Todas as manhãs, ao acordar, a fantasia e os sofismas substituem um poético café da manhã. O negócio é juntar pedras para atirá-las nas vidraças situacionistas.
Temos uma administração que, por onde andamos, revela as mais variadas obras: escolas, creches, postos de saúde, mercado público, intervenções urbanas, reconstrução do Canal do Rio Granjeiro, apartamentos para a população menos aquinhoada pelo programa Minha Casa, Minha Vida, além de diversos programas sociais. E há ainda outras benfeitorias já delineadas em projetos a serem implementados. O Crato, para quem aqui chega, desperta atenção, pois todos reconhecem que a cidade se transformou em um verdadeiro canteiro de obras.
Recentemente, o prefeito reinaugurou os museus históricos do Crato, que se transformaram em verdadeiras obras de arte. A oposição, que fez desse tema um de seus discursos prediletos, fechou-se em copas e foi incapaz de tecer um só elogio. Não é por aí: quando a coisa anda errada, desandada, é preciso criticar com firmeza. Mas, quando o acerto desponta, há que se ter a grandeza do reconhecimento. Isso, sim, é o que podemos chamar de oposição construtiva — não essa do Crato, que exalta a crítica negativa, porém é incapaz de apontar soluções.
Contrapor-se dessa forma é pura irresponsabilidade e só contribui para a desconstrução do trabalho de reconstrução de nossa cidade nos campos político, administrativo e de reconciliação com o progresso.
Sendo assim, estamos mais do que conversados. Sorry, periferia política!







