

Quando me deparo com candidatos espalhafatosos, fanfarrões, que vivem fazendo cenitas teatrais para impressionar os eleitores mais incautos, minha Nossa Senhora, trato logo de separar o joio do trigo, pois meus ouvidos não são penicos feitos para receber o produto das defecações.
Posso até me aproximar e me tornar amigo dessas aberrações políticas, mas jamais votar nelas. Tento dar meu voto a candidatos que realmente me tragam satisfação, aquela sensação de ter cumprido com o meu dever cívico.
Exemplos temos muitos aqui no Ceará, como o famoso Moroni Bing Torgan, que dizia que, se eleito fosse, acabaria com a violência para sempre em nosso estado. O resultado está diante dos nossos olhos, pois o sujeito foi eleito deputado federal por vários mandatos, e a violência continua permeando o nosso meio. Dizem que o sacana está ensaiando voltar à política cearense. Xô, Satanás!

Tivemos também o deputado estadual Ely Aguiar, que conseguiu permanecer na Assembleia por dois mandatos — acho que foi isso — e que, da mesma forma que Moroni, foi expulso da vida pública por obra e graça da população, que nele enxergou essas mesmas armações acima citadas.
E, como esses dois, tivemos muitos outros e continuamos tendo nos dias atuais: André Fernandes, Carmelo de Bolsonaro, Bella Bolsonaro e por aí vai…
O eleitor precisa deixar de acreditar nesses artistas que se travestem de salvadores da pátria, mas que, na verdade, são tremendos loroteiros, enganadores da boa-fé de nossa gente simples e desprovida de maldade.
Vamos ver se a gente depura o quadro político cearense nesta eleição de 2026. Sorry, periferia política!!!







