

Ciro Gomes e Camilo Santana
Ninguém aguenta o disco arranhado que Ciro Gomes teima, todos os dias, a todas as horas e a todo momento, em colocar para os cearenses ouvirem. A lenga-lenga que vem insuflando desde o início de seu périplo em busca da estruturação de sua candidatura é puro papo furado, no qual somente seus apoiadores – abduzidos, sabe-se lá como – acreditam e conseguem continuar ouvindo.
Não cansa de dizer que o que Camilo Santana fala pela manhã não serve à noite. Ora, bolas, quem mais anda dizendo impropérios contra os opositores, acompanhados de declarações sofismáticas, cheias de contradições e rancor, é o próprio Ciro Gomes.
Senão vejamos: até o ano passado, ele dizia que Bolsonaro era o “capeta em forma de guri”, que o homem era ladrão, faccionado e outras tantas coisas feias e impraticáveis. Contudo, em busca de conciliação para tirar proveito do grupo bolsonarista no Ceará, calou-se. Aqui e acolá ainda dá alguma declaração que desagrada os bolsonaristas, mas muito mais amena do que as que vemos guardadas na internet, onde tudo está registrado e disponível para quem quiser conferir.
Em relação a Camilo Santana, já foram divulgados vários vídeos contendo declarações de amor de Ciro Gomes dirigidas ao filho político de Eudoro Santana e de Ermengarda. Caso o leitor queira confirmar, basta buscar na internet para assistir a todas essas tais declarações.
É por essas e outras que muita gente já está caindo na real e descobrindo que Ciro é o tipo de camelô de rua que consegue enganar a todos, vendendo gato por lebre. Não: este escriba já se cansou desse tipo de lorota e entende que é preciso alertar a população para abrir bem os olhos e distinguir o “Lobo Mau da Vovó da Chapeuzinho Vermelho”, que engana as criancinhas pra fazer mingau — no presente caso, os eleitores cearenses.
UM MINUTO, POR FAVOR: ouvi dizer que o governador Elmano de Freitas está apenas observando as declarações de Ciro Gomes sobre a violência no Ceará para, quem sabe, solicitar que ele, com todo o seu cabedal de experiência, quando se autodenomina o grande xerife, se desloque até São Paulo e tente ensinar ao governador de lá, Tarcísio de Freitas – seu provável aliado -, a combater tal monstruosidade praticada contra os paulistas. Se ele se arvora capaz de, num piscar de olhos, ao assumir o comando do Abolição no Ceará, desmontar e pôr para correr os criminosos, assassinos e malfeitores de toda ordem, então que vá socorrer o pretenso aliado, que vê o estado que governa sendo tomado pela bandidagem completamente desenfreada.
Tenho dito! Sorry, periferia política!!!







