

A candidatura à deputada estadual da primeira-dama e, ao mesmo tempo, secretária de Saúde de Barbalha, Catiane Landim, deverá remexer o quadro político no Cariri. Primeiramente porque, diante da administração exitosa que o marido, Guilherme Saraiva, vem realizando na cidade — onde, de cada dez barbalhenses, oito se dizem satisfeitos ou muito satisfeitos —, ele certamente será o maior cabo eleitoral da esposa nessa disputa.
Devemos também destacar os apoios que advirão do senador Camilo Santana e do deputado estadual — e candidato, neste ano, a deputado federal — Fernando Santana, que, com certeza, fará dobradinha com ela em Barbalha e em outros municípios cearenses. Além disso, há mais razões para acreditar no sucesso dessa empreitada, pois comenta-se que Catiane contará ainda com o apoio de Camilo Santana, do governador Elmano de Freitas e dos deputados federais José Nobre Guimarães e André Figueiredo.
Não se pode perder de vista que, diante da falta de estrutura da candidatura ao governo que venha a ser apresentada pelo campo da oposição — incluindo aqui a eventual candidatura do senador Eduardo Girão (NOVO) —, essas forças não contam com um bom número de candidatos a deputado federal e estadual (ou talvez sequer tenham). Nesse contexto, torna-se ainda mais importante a candidatura de Catiane Landim a deputada estadual, pois ela poderá atuar como indutora de votos para as candidaturas ao Senado e Governo do Estado que a situação apresentará para compor sua chapa majoritária, encabeçada pelo governador Elmano de Freitas, que buscará a reeleição.
Assim, a situação no Cariri demonstra sua robustez diante dos opositores, apresentando, para a Assembleia Legislativa, nomes de peso como Davi Macedo, José Ailton Brasil, Catiane Landim, Guilherme Landim, Pedro Lobo e Giovanni Sampaio, para ficarmos nesses exemplos. Já para a Câmara Federal, estarão no páreo, ao lado de Elmano e de seus candidatos ao Senado, Fernando Santana (PT), Fernanda Pessoa (UB), Yury do Paredão (MDB), Nelinho de Freitas (MDB) e Idilvan Alencar.
Trata-se de um quadro formado apenas por nomes de peso. Sendo assim, estamos mais do que entendidos. Sorry, periferia política!







