

Todos aguardavam o momento em que o senador Camilo Santana (PT) iniciaria a fase de defesa de seus candidatos à Presidência da República, ao Governo do Estado e ao Senado Federal. A hora chegou, pois, finalmente, o ex-governador Ciro Gomes resolveu a celeuma sobre ser ou não candidato. Para a felicidade geral de seus veteranos aliados e de seus mais novos parceiros, Ciro teve de topar a disputa. Agora, terá em seu encalço três grandes lideranças prontas para contestá-lo em seus vários momentos de destempero verbal: Cid Gomes, Camilo Santana e Elmano de Freitas.
O candidato da oposição não ficará mais tão disperso como vinha desde o começo deste ano. Teve até o direito de combinar com Aécio Neves sua possível(jogo de cena) candidatura à Presidência da República, no intuito de chamar a atenção das pessoas para esse novo desafio. Ele sabia da impossibilidade de uma disputa nacionalizada, pois isso já não lhe pertence. Agora, terá de suar e gastar sola de sapato para tentar se sustentar, ao menos, no cenário político estadual, onde tudo começou para ele.
E o senador Camilo não se fez de rogado neste fim de semana: destacou investimentos em saúde, infraestrutura e habitação no Ceará. Segundo Camilo, o estado vive um momento de expansão de obras e serviços públicos em parceria com o Governo Federal.
O senador também criticou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que o governo anterior não entregou obras habitacionais do programa Casa Verde e Amarela no Ceará. Camilo também citou entregas recentes, como o Hospital Universitário da UECE, em Fortaleza, além da reabertura da Santa Casa de Misericórdia e da construção e ampliação de hospitais em municípios do interior.
Em sua fala, o parlamentar ressaltou ainda investimentos em policlínicas, UPAs e no tratamento de câncer fora da capital, defendendo a continuidade das parcerias entre o Governo do Estado e o Governo Federal. “Nós não podemos retroceder”, declarou Camilo Santana ao agradecer o apoio de Luiz Inácio Lula da Silva e Elmano de Freitas ao povo cearense.
“Sorry, periferia política!!!”







