

Juro que não entendi a maneira como foi interpretada as críticas de um candidato a prefeito do Crato e atualmente no exercício do cargo de deputado estadual, sobre o péssimo estado de conservação em que se encontram os antigos prédios da Câmara Legislativa e Cadeia Municipal, dos Museus Vicente Leite e J. de Figueiredo Filho. Sem falar no Estado de abandono em que também se encontra o Centro Cultural do Araripe – RFFSA. Oxe! Que mal existe se debater algo que está incomodando os cidadãos justamente no tempo adequado que é o de uma eleição Municipal? Em ano de eleição, é muito comum a palavra “palanque” – É lá que os candidatos discursam, divulgam suas propostas, criticam adversários e chegam mais perto do eleitor. É numa eleição que a população se empodera e os candidatos baixam as cristas para oferecer alternativas viáveis para a solução dos diversos problemas existentes na cidade. Que bom a CPI criada para analisar os desmantelos da Enel no Ceará. Estamos em tempo de eleição, mas o estado e a população estão sofrendo com essa falta de eficiência administrativa desta companhia de energia. Não podemos esperar que passem as eleições para entrar no mérito da discussão.
Seria até bastante saudável que as instituições sociais, de classe, convidassem os candidatos a prefeitos e vereadores para juntos debaterem os referidos problemas e os demais que assolam a maioria dos municípios brasileiros.
Ano eleitoral é para se discutir e descobrir o que pensa cada candidato, o que pretende realizar depois de eleito, quais as suas propostas, se possui capacidade para exercer o cargo e, principalmente, se o cara é idôneo, pois já passamos do ponto de eleger políticos improbos para exercer cargos públicos e depois todos ficarem com a boca escancarada esperando a morte chegar(royalties para o cantor Raul Seixas). Por isso que fiquei contente quando vi esse candidato a prefeito do Crato abrindo essa discussão e até fortalecendo a luta daqueles que já vinham debruçados contra esse estado de coisas e não encontraram ressonância para uma luta que, segundo consta, já soma 15 anos. O Crato necessita de muita discussão para se desvincular desses eternos problemas . Vamos nos unir e não fomentar conflitos. Nada de inventar inimigos imaginários. Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia!!!!!
P.S: quero enaltecer a defesa que o colega Francisco José de Brito fez sobre o assunto, assim como aos queridos Bruno Pedrosa e Thiago Araripe







