

Os cratenses seguem caminhando ao lado daqueles que, em quase nove anos e meio, conseguiram transformar o perfil de nossa cidade nos aspectos econômico, social e de desenvolvimento geral.
Os ex-prefeitos José Ailton Brasil e André Barreto estão empenhados em uma missão: dotar o Crato da infraestrutura necessária para que a cidade continue avançando rumo à retomada do protagonismo político e financeiro que, durante muito tempo, lhe pertenceu, mas que foi completamente assumido por Juazeiro do Norte. Não se trata de arrebatar da cidade vizinha sua capacidade natural de se desenvolver e de ser gigante por sua própria natureza, mas de fazer com que o Crato também desfrute dessa condição, que igualmente lhe é peculiar, mas que vinha sendo, em certa medida, negligenciada por nossos homens públicos.
Vejam que, entre os ex-prefeitos vivos ou aqueles que deixaram descendentes como continuadores de seus legados políticos, André Barreto conta com Carmem Peixoto, filha do ex-prefeito Walter Peixoto(ainda vivo), que herdou do pai a missão de representá-lo politicamente. Conta também com Paula Isabela Bezerra, filha do saudoso ex-prefeito Raimundo Bezerra. Já o ex-prefeito José Ailton Brasil, que continua na ativa política, inclusive como candidato a deputado estadual, e que chancela integralmente a gestão do atual prefeito. Samuel Araripe, outro ex-prefeito cratense, consegue uma boa noção de diálogo e convivência com o stablishment. Aliás, Samuca quer é muita paz e amor, guerra não senhor.

Falta a André aproximar de seu grupo os ex-prefeitos José Adega e Ronaldo Gomes de Matos, iniciativa que já começou em relação ao primeiro, quando, nesta semana, esteve com ele para conversar e parabenizá-lo pela concessão, por parte do Legislativo cratense, da honraria do Mérito da Medicina. Falta agora uma boa conversa com o ex-prefeito Ronaldo Gomes de Matos, o que não deverá ser difícil, por ser ele dotado de uma personalidade afável e conciliadora.
Concluindo essa articulação política, o prefeito André Barreto terá conseguido pacificar a política cratense e isolar o foco de agressividade, hostilidade e ódio que tomou conta da política do Crato, algo que jamais havíamos presenciado por aqui. Que se faça oposição, sim, mas sem ultrapassar os limites do politicamente aceitável, pois, do contrário, quem sai prejudicado é o povo cratense e a cidade como um todo.
Sendo assim, que o prefeito André Barreto continue sua caminhada, seguindo a canção. Afinal, “somos todos iguais, braços dados ou não, nas escolas, nas ruas, campos, construções, caminhando e cantando e seguindo a canção, acreditando nas flores vencendo os canhões…(royalties para o cantor e compositor Geraldo Vandré)




