

A cada dia que passa, o prefeito André Barreto vem tendo sua administração analisada positivamente pelo povo do Crato, diante de tantas obras estruturantes que vem executando e que, dentro de alguns dias, serão entregues, tornando o Crato uma das cidades mais invejáveis do interior cearense e nordestino.
São novas avenidas, viadutos, um mercado público de última geração, escolas em tempo integral, o município inteiro sendo asfaltado, calçamentos sendo feitos na sede e nos distritos, postos de saúde funcionando com eficiência, saneamento por todos os lados. Enfim, nossa cidade nunca esteve tão bem dotada de obras como agora. E vêm por aí mais novidades, inclusive a construção de nosso novo e moderníssimo terminal rodoviário.
Mas prestem bem atenção: quanto mais o prefeito realiza e conquista o apoio e a confiança de nossa gente, mais a oposição fica inconformada e tomada pelo ódio. Para muitos opositores, como todos já sabem, o que interessa é a ruína da administração de plantão; é o velho refrão do “quanto pior, melhor”.
Mesmo os situacionistas adotando aquele velho ditado de que “nem escutam a zoada da mutuca”, esse tipo de comportamento faz muito mal à cidade. Afinal, quem haveria de querer investir, morar ou visitar um lugar do qual só se ouve falar mal?
É preciso que os contrários à gestão cratense aprendam que nada é melhor e mais saudável do que uma oposição propositiva, competente, decente, opinativa, construtiva e cheia de amor pela nossa terra. Chega de tanto ódio no coração.
Tomemos como exemplo os ex-prefeitos Pedro Felício, Filemon Teles, Walter Peixoto e Raimundo Bezerra, que, quando estavam na condição de oposicionistas em nosso município, adotavam um comportamento exemplar. Respeitavam a decisão das urnas e conseguiam dialogar com a situação, até mesmo por questão de estratégia, pois o inimigo de hoje poderá ser o amigo de amanhã. Mas isso só se concretiza quando existe um ambiente não belicoso.
Sendo assim, estamos mais do que conversados.
Sorry, periferia política!!!





