

O senador Eduardo Girão deve tomar uma decisão política urgente para se tornar competitivo nas eleições atuais. Lembremo-nos de que, nas últimas eleições estaduais, quando o cenário político começou a se acirrar, havia três candidatos competitivos: Elmano de Freitas, Capitão Wagner e Roberto Cláudio.
Agora, diante da indecisão do senador, resta-lhe mandar os bolsonaristas para aquele lugar. Afinal, Eduardo Girão passou seus oito anos de mandato sempre ligado às bandeiras políticas desse grupo. Quando resolveu empunhar a bandeira de uma direita que considera mais autêntica, percebeu que os bolsonaristas de plantão no Ceará estão mais empenhados em defender seus próprios interesses do que os ideais da direita. O pior é que tiveram o aval do presidenciável Flávio Bolsonaro. Arre égua!
Portanto, chegou a hora de o senador Girão levantar a cabeça, sacudir a poeira e dar a volta por cima, levando ao conhecimento do eleitor cearense toda a trama que envolveu seus antigos correligionários, os quais preferiram seguir outros caminhos a permanecer ao seu lado na busca por uma mudança que tanto ocupou o imaginário daqueles que militam na chamada direita real do Estado do Ceará.
Todos concordam que o senador, por sua trajetória política ilibada, por sua reconhecida capacidade de condução política, por não agir de forma oportunista e por ser um defensor implacável daquilo em que acredita, deve, com urgência, empunhar a bandeira do presidenciável Zema, do Partido Novo, e seguir ao lado dos verdadeiros patriotas que, certamente, farão a diferença e conquistarão um lugar de destaque nas eleições em curso.
Sendo assim, estamos para lá de conversados.
Sorry, periferia política!!!




