

Camilo Santana trabalha em duas frentes: segurar o Governo do Estado com o seu grupo e remodelar a reeleição de André Barreto no Crato, pois a nossa cidade é umpilar de sustentação de seu poderio no Ceará.
No Crato, a política deu uma esfriada após os resultados das pesquisas que incluíram o senador Camilo Santana nas sondagens para o governo do Ceará no próximo ano de 2027. Também esfriou quando o eleitor cratense caiu na real e descobriu que 60% dos eleitores que se diziam ciristas admitem trocar de apoio e votar em uma candidatura adversa.
Essas duas descobertas agiram sobre a oposição local como um balde de água fria. Os cratenses podem até enfrentar qualquer dificuldade, mas não largam a mania de endeusar o filho político do ex-deputado Eudoro Santana e de Ermengarda. E não é por menos: quando Camilo Santana foi governador, deu ao Crato tudo o que era necessário para recuperar sua autoestima. Como filho da terra, chegou a transferir o Governo do Estado por várias vezes para a nossa cidade, despachando daqui e recebendo lideranças políticas do Cariri.
O cratense tem um carinho imenso por Camilo Santana, fato comprovado nas últimas eleições municipais. Quando perceberam que seu candidato a prefeito dava sinais de esgotamento diante de uma oposição fugaz e sem preparo concreto para assumir o poder local, ele veio ao Crato, conversou diretamente com a população e, naquele momento, muitos mudaram de ideia. Entenderam que dar as costas ao filho mais ilustre da cidade seria um gesto insensato e prejudicial aos interesses de desenvolvimento pleno e sustentável.
E, nestas eleições, mais uma vez, os cratenses não lhe faltarão, garantem seus apoiadores na cidade. Afinal, nunca um governador olhou por nós como Camilo Santana olhou e ainda olha. Daí a tristeza que agora domina a oposição cratense, pois sabe muito bem que demover o carinho e a admiração que a população nutre por esse homem público de primeira linha é algo extremamente difícil de acontecer.
O cara é uma fera.
Tenham um bom sábado, cheio de boas venturas.
Sorry, periferia política!




