
Quando estava na faixa dos meus vinte e poucos anos, fui trabalhar na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, por meio do gabinete do deputado estadual cratense Raimundo Bezerra, que, à época, foi guindado ao cargo de primeiro-secretário da Casa, considerada o coração do nosso Legislativo.
A Primeira Secretaria é, na realidade, o centro administrativo da Assembleia Legislativa; tudo passa por lá. Daí o grau de prestígio do deputado que a ocupa e de seus assessores imediatos — e Marquinho aqui teve esse privilégio.
Conheci, inclusive, Cid Gomes nesse período, pois, como assessor parlamentar de seu hermano Ciro Gomes, era ele quem frequentemente ia ao nosso gabinete, tanto para inscrever o irmão como orador do dia quanto para solicitar cotas de correios, xerox e outros serviços que ficavam a cargo do nosso gabinete.

Flash de meu aniversário em 2024 no Restaurante Mézzi, em Fortaleza.
Foi aí que convivi mais de perto com dona Selene Bezerra, esposa do deputado estadual Raimundo Bezerra e nossa poderosa chefona. Nunca vi uma pessoa mais agradável de se trabalhar do que dona Selene. Divertida, generosa, elegante, sincera, correta, humana — enfim, sou fanzoca dessa mulher com quem, até hoje, mantenho uma amizade inabalável.
Inclusive, em 2024, quando resolvi comemorar o meu aniversário no Mézzi, um restaurante grego em Fortaleza, especialista em comida mediterrânea e frutos do mar, fiz a lista de convidados e dona Selene estava presente. Com certeza, também esteve lá seu cunhado, Cláudio Philomeno, meu amigo, ex-deputado federal, casado com dona Vitória, irmã querida de dona Selene.

Mulheres elegantes: Vitória Philomeno, Fernada Aguiar, Rochelli Bonorandi e Selene Bezerra
Selene Bezerra, ao se casar, veio morar no Crato, pois Raimundo Bezerra era daqui e passou a trabalhar na cidade. No entanto, sua amizade com as irmãs Rochelle, Fernanda e Vitória jamais se abalou. Sempre foi uma grande irmã e, após o falecimento de Raimundo Bezerra, dona Selene foi se reunir às três manitas — e, para onde uma vai, as outras vão atrás.
Bom esse relato, pois coisa boa é falar bem de quem gostamos. Desculpem, periferia!







