

Marquei encontro no gabinete deste prefeito romeiro para lá de legal e foi uma confabulação política para lá de interessante e enriquecedora.
Tem gente que me indaga sobre o que penso a respeito da posição do prefeito Glêdson Bezerra (Podemos) ao aparentar ignorar a situação e se posicionar ao lado da oposição. Sempre digo que o filho querido de dona Elizabeth Oliveira é um homem que analisa muito bem os passos políticos que dá. Desde o início, quando foi candidato a vereador pela primeira vez, deu início a esse aprendizado e mostrou-se extremamente capacitado para permanecer e obter sucesso nessa atividade, cuja durabilidade exige perspicácia, habilidade, senso crítico, capacidade de interação com as pessoas, além de generosidade, humanidade e honestidade em todos os aspectos.

Prefeito Glêdson Bezerra com a sua mãe e mentora política Elizabeth Oliveira.
Sabem como conheci essa figura magnífica? Escrevi uma matéria sobre sua atuação em determinada ocasião da vida política juazeirense e, ao ler o texto, ele prontamente me telefonou — não para contestar, o que seria compreensível caso a matéria não conseguisse retratar fielmente a realidade dos fatos —, mas, com sua habitual cortesia, para perguntar se poderia me enviar mais detalhes que, certamente, enriqueceriam o conteúdo e o aproximariam da perfeição.
Diante de tamanha gentileza e racionalidade, é claro que aceitei na hora. Assim, chegamos a um entendimento quanto aos esclarecimentos necessários à minha escrita e marcamos de nos conhecer pessoalmente, pois lhe disse que, de tanto ouvir falar de sua pessoa, seria necessária uma aproximação.
Agendamos um encontro com a presença de outros atores políticos, em plena pandemia, e assim formamos um ponto de reunião que, cada vez mais, atraiu pessoas interessadas em política. Até hoje, permanecemos amigos, sempre nos ajudando mutuamente: ele em sua vida política e eu em minhas atividades jornalísticas e na promoção de eventos.
Glêdson é o cara! Fiquem atentos, porque, enquanto a caravana passa, os cães ladram. Desculpem-me, periferia política!







