

O ex-prefeito do Crato, fazendário José Ailton Brasil (PT), é hoje o político mais invejado da oposição em nossa cidade, diante do carinho e do reconhecimento pelo muito que fez em seus mandatos, seja como deputado estadual, seja como prefeito por dois mandatos consecutivos.
Por onde andamos, sentimos o carinho da população pelo ex-prefeito, e todos afirmam que ele é merecedor de uma nova chance para chegar mais uma vez à Assembleia Legislativa.
Daí não ser de estranhar que a oposição, em um gesto de desespero, tente atingi-lo com fatos que ainda estão na linha de investigação, na tentativa de macular sua carreira política bem-sucedida. Não é à toa que o ex-prefeito conta com o apoio dos familiares de dois dos maiores e mais saudosos líderes políticos que o Crato já teve: Walter Peixoto e Raimundo Bezerra.
Acredito que os familiares do corretíssimo Antonio Primo de Brito, ex-prefeito citadino, também apoiem (assim como ele próprio) o projeto traçado para a nossa cidade pelos senadores Camilo Santana e Cid Gomes, pelo governador Elmano de Freitas, por José Ailton Brasil e, agora, por André Barreto.
Cabe ressaltar que não tenho certeza das posições de Antonio Primo e de seus familiares na atualidade; porém, caso não estejam com esse grupo mencionado, acredito que tenham adotado uma posição de neutralidade.
Costumo afirmar que José Ailton Brasil, mesmo sem ter laços familiares com o ex-prefeito Walter Peixoto, ao disputar ao seu lado — na posição de vice-prefeito — a última eleição deste em nossa cidade, acabou herdando parte de seu espólio eleitoral e político.

Daí não ser de estranhar que tenha adquirido também sua sagacidade e habilidade política.
O que esperamos do povo cratense é que não se deixe enganar por falsas promessas, fantasias políticas e falsos moralismos.
Vou até sugerir ao ex-prefeito José Ailton Brasil e ao atual gestor André Barreto que façam um levantamento dos processos movidos por seus opositores que, ao final, não resultaram em nada — denúncias vazias. Mostrem ao povo cratense que toda essa parafernália não passa de lorota.
“Que mentira, que lorota boa; que mentira, que lorota boa.”
(Royalties para o Tiquetá.)
Sendo assim, estamos para lá de conversados.





