

Médico Paulo Borges
Estava ontem manuseando o meu aparelho celular, naquelas de contactar com gente que faz e acontece neste mundo. Foi aí que me veio a abordagem do amigo Cleidson Rangel, que mora em Hingham, Massachusetts, nos Estados Unidos. Ele me passou o contato de um cratense com quem fazia tempo que a gente não se via, e de quem eu nem sabia que também estava morando nos Estados Unidos, mais precisamente em Boston. Trata-se de Paulo, cujo pai, que já está no céu, chamava-se Manoel Borges, funcionário da Agência do Banco do Brasil, em Crato.
Quando entrei em contato com ele, o carinha logo me disse que a gente sempre se encontrava na antiga Choppana, o point mais em voga da década de 90. Tempos bons aqueles aqui no Crato, quando a nossa cidade era a locomotiva da vida social no Cariri. Lembrei-me tanto do Paulo quanto de seu irmão Cláudio Borges, que hoje reside em Fortaleza.
Paulo Borges me escreveu a seguinte pérola:
“Você vai lembrar de mim. Eu era adolescente e você já era muito querido por todos. A Choppana, na Praça da Sé, era o nosso ponto de encontro. Chamavam-me de Paulinho.”
Lembrei, sim, do carinha, que, por sinal, era um adolescente educado, boa gente e que, na época, já externava que seria um homem de sucesso. Disse-me que, no próximo mês de julho, virá para o Crato em tempo de dolce far niente. Daí que o convidei para participar, com a esposa e a filharada, da nossa XIII Feijoada do Marcos Peixoto, que acontecerá no sábado que antecede a abertura oficial da Expocrato 2026.
Fiquem atentos, pois, em sociedade, a gente sabe de tudo. Sorry, periferia!






