

Ontem à noite, conversando por telefone com um médico amigo meu, ele me felicitou por eu estar tentando, à minha maneira, esclarecer a inoportunidade da candidatura do ex-governador Ciro Gomes no atual momento do Ceará, pois o projeto de governo traçado por Cid Gomes e Camilo Santana e, na atualidade, conduzido pelo governador Elmano de Freitas não pode ser interrompido.
Para esse meu interlocutor, Ciro Gomes já está fora de sintonia. Quando governou o Ceará, eram outros tempos. Essa sua maneira escrachada de ser, de esculhambar os adversários, de achar que ninguém presta e que só ele é o melhor, está fora de moda, é um tanto demodê.
Soube que, logo após a vinda do único político oposicionista e candidatíssimo ao governo do Ceará ao Cariri, o senador Eduardo Girão (VIVO), que marcou para o dia 31 de janeiro o lançamento de sua postulação na região, Ciro também virá promover um encontro aqui no Cariri.

Esse meu amigo, que conversou comigo ontem à noite, é médico e disse-me que fará questão de organizar uma campanha para esclarecer aos colegas quem é Ciro e o que ele pensa a respeito dos profissionais da medicina. Isso porque, segundo ele, Ciro, há algum tempo — quando ainda gozava das benesses estaduais, das quais hoje tanto sente falta —, afirmou que médico é igual a sal: “é branco e a gente encontra em qualquer lugar.”
Esse impropério verbal chateou profundamente os profissionais que acorrem a todos nós nos momentos de sofrimento causados pelas doenças do corpo. A classe médica não o perdoa, nem mesmo os mais jovens, pois, apesar de suas demandas não terem sido atendidas pelo referido político, o que receberam foi esse tremendo impropério verbal, que, no fundo, possui um certo “quê” preconceituoso.
Sendo assim, estamos mais do que conversados. Sorry periferia política!!!!








