PRIMEIRO CAPÍTULO

O ex-prefeito José Adega já deve ter cansado e notado que nos últimos tempos tem sido usado e abusado nas eleições municipais no Crato. O também ex-prefeito Samuel Araripe na ânsia de chegar ao poder municipal no Crato, prometeu o céu na terra e a terra no ar ao filho político da suadosa dona Maria Muniz. Quando conseguiu o que queria, pernas para que te quero, mandou o homem catar coquinhos à época em sua propriedade rural barbalhense. Contanto que ficasse longe, muito longe do Crato e de sua administração.
Nas eleições passadas, José Adega mais uma vez confiou nas promessas de um alguém, esse alguém foi o atual prefeito José Ailton Brasil que o contemplou até em viagens que fazia a Fortaleza e a Brasília, sedes dos governos estadual e federal. Até foto com o então presidente Jair Bolsonaro, ídolo político nacional de José Adega o prefeito José Ailton se deixou permitir. Não demorou muito e o atual mandatário municipal abusou, abusou, abusou e rolou a festa, ou seja, tratou de colocá-lo numa posição muito cômoda em relação às suas pretensões políticas de reeleger-se prefeito do Crato. Oposição desunida jamais venceria uma eleição. E agora José? Pensaram os seus eleitores.
SEGUNDO CAPÍTULO

José Adega sem muita habilidade política, arre égua(!), tratou de se impor candidato com o beneplácito do nada confiável Domingos Aguiar Filho, presidente estadual do PSD, que não demorou muito para lhe tirar o pirulito de suas mãos, ou melhor, tomou de Adega a agremiação em nossa cidade e não permitiu candidatura do partido no Crato. Mas tudo isso obedecendo cegamente as ordens emanadas à época por parte de Ciro Gomes, Cid Gomes, Camilo Santana e companhia limitada. Não restando mais o PSD e sem a possibilidade de ser candidato, recorreu ao filho Arthur Gomes de Matos, filiado ao PSL, portanto, com condições legais de disputa. Foi o maior massacre que já vi ocorrer na história do Crato o que fizeram com este pobre moço e seu papaizinho. Terminaram na rabeira da disputa e o médico Aloísio Brasil assumiu a excelente condição de segundinho no pleito eleitoral de 2020.
TERCEIRO CAPÍTULO

Dividida a oposição, José Ailton conseguiu o que queria: situação unida jamais será vencida em Crato. Depois de marchas e contramarchas, processos homéricos contra o ex-prefeito e sua rádio Princesa FM, vem nocauteando o adversário a ponto deste não ter tido condições psicológicas e nem de reunir o seu grupo político para participarem mais ativamente das eleições passadas.
QUARTO CAPÍTULO

Agora, neste presente momento, ouvi dizer que o prefeito José Ailton anda novamente acenando para o Adeguinha para que este esqueça tudo e que tudo mais vá para o inferno(royalties para o Rei Roberto Carlos). Uma andorinha no céu passou e me disse que não existe sinceridade neste aceno, mas tão somente a intenção de mais uma vez jogar com a capacidade de inteligência dos adversários, buscando dificultar qualquer entendimento do grupo do José Adega com o grupo político do médico oposicionista Aloísio Brasil. Nas eleições passadas assim se deu e o prefeito continua apostando que em 2024 conseguirá esse mesmo tento. O homem tem nas entranhas a ânsia de continuar comandando o Crato por mais quatro anos, mesmo que seja através de um entreposto, mas que seja um entreposto que na realidade possa chamar de seu, e não muitos que o circundam no dia-a-dia, pois na sua concepção não merecem tanto a sua confiança, imaginem o pobre José.
QUINTO CAPÍTULO
Este capítulo é dedicado ao ex-prefeito José Adega para que, debaixo dos caracóis de seus cabelos, saiba das histórias que tem para contar de um tempo não tão distante. A música é: “Querem acabar comigo”:





