
Iguatu é uma cidade tão difícil de fazer política quanto Barbalha. Quem está dentro da Prefeitura não deseja sair nem tão cedo, quer mais é se perpetuar no poder e quem está fora quer entrar para fazer do mesmo jeitinho. Dai que incitam os correligionários para aprontarem aquela bagunça contra o governante de plantão e, por outro lado, os caciques maiores que não pensam em nada além de seus umbigos, o povo se dane, dai partem para pedidos de apoios a instâncias políticas superiores para ver se derrubam no tapetão aquele que anda atrapalhando a sua sanha de abiscoitar o poder, pois nada melhor que se ter à disposição um cofre público para bancar suas despesas de campanha, bancar o de comer de sua casa e de seus apaniguados, cota infinita de gasosa para ir para o destino que bem entender e até bancar despesas de férias de veraneio via viúva velha para a mulher, os filhos, filhas, genros, noras, netos, netas e até para a indesejável e rabugenta sogra com seu papagaio de sobreaviso.

Essa situação o município de Iguatu está passando atualmente, porque o prefeito Ednaldo Bessa que foi afastado há mais de um ano, tenta voltar por meio de despacho do TSE e assim a cidade anda sem prefeito de fato e de direito por todo esse tempo. O deputado estadual reeleito Agenor Neto que é desafeto de Ednaldo quer voltar na marra e tomar para si a botija de ouro, mas o alcaide cassado reage e vem impedindo que o filho de Zé Ilo abocanhe com unhas e dentes este seu objeto de desejo. Ednaldo que vem sofrendo revezes políticos ferozes, anda tentando recuperar o mandato no Tribunal Superior Eleitoral, meio adequado para se lutar por uma causa desta espécie. A aqueda de braços é grande, envolve muita grana e prestígio político de ambas as partes, mas o que importa é não perder o que é bom e doce: o comando do Paço Municipal Iguatuense. Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia!!!!!







