

Ei, pessoal! Ei, moçada! O Réveillon mais estourado da Região do Cariri, com certeza, foi o do Crato, a bordo do Parque de Exposições Pedro Felício. O prefeitão André Esmeraldo, longe do azedume em que vem se transformando a política cratense — onde até nas festas de Natal e Ano Novo os seus opositores não desarmaram a guarda, atirando impropérios com suas metralhadoras giratórias para todos os lados —, não topou e nem topará cair nessa onda sem graça e simplesmente entrou naquela de “nem escuto a zoada da mutuca”.
Rezou muito na noite de Natal, compartilhou com gente de bem a fraternidade dos deuses, pediu juízo para aqueles que não suportam caminhar observando o seu sucesso. Enfim, André, que há poucos dias inaugurou o monumento a Nossa Senhora de Fátima, aos pés de sua imagem desbulhou o Terço da Misericórdia, pedindo serenidade àqueles que sofrem com o avanço positivo de sua administração.
Para fechar com chave de ouro, repito, promoveu uma excelente virada de ano, ao lado de quem muito se sente à vontade: o povão. Reuniu uma multidão que mais parecia as noites inebriantes da Expocrato, a nossa festa maior. E assim, o Crato ganhou mais uma celebração para entrar em seu calendário social.
Fiquem espertos, pois, em sociedade, tudo se sabe. Sorry, periferia!


Prefeito André Barreto com o cantor Waldonys

Deputado federal Nobre Guimarães e o alcaide André Barreto

André Barreto, José Nobre Guimarães e Arlene Sampaio

Anfitrião, José Ailton Brasil, Nobre Guimarães e Luizão

Rafael Branco e consorte, André Barreto e Ary Filho

Nobre Guimarães, André Barreto e o edil Nando Bezerra






