VELHO FORRÓ PODERÁ SER RECONHECIDO COMO PATRIMÔNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE

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Uma expressão cultural nordestina já registrada como Patrimônio Cultural do País pode vir a ser reconhecida internacionalmente como Patrimônio da Humanidade. Realizado entre os dias 11 e 14 de setembro em Lille, na França, o I Festival Internacional do Forró de Raiz se insere na Temporada França-Brasil 2025 – conjunto de eventos e encontros que celebram 200 anos de relação diplomática e amizade entre os 2 países – e foi palco para um importante primeiro passo para a candidatura do Forró como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, junto à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Culura (Unesco).

Durante o primeiro dia do evento, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) firmou um protocolo de intenções com o Consórcio Nordeste – instrumento jurídico, político e econômico de integração dos nove estados da região – e o Fórum Nacional do Forró de Raiz. O acordo prevê a elaboração do dossiê técnico exigido pela Unesco para candidaturas de bens culturais imateriais a tal reconhecimento mundial e a implementação de ações de visibilidade e salvaguarda que assegurem a preservação do Forró e sua transmissão às próximas gerações.

A candidatura reforça um movimento que já rendeu ao Forró o reconhecimento de Patrimônio Cultural do Brasil, pelo Iphan, em 2021, durante reunião extraordinária do Conselho Consultivo do órgão. Com o reconhecimento do Conselho, as Matrizes Tradicionais do Forró foram inscritas no Livro de Registro das Formas de Expressão, com abrangência nacional, onde também estão registrados bens como o Repente, a Ciranda do Nordeste, a Roda de Capoeira, o Maracatu Nação (PE), o Carimbó (PA) e a Literatura de Cordel.
Assim como o choro, o frevo e o samba, o forró consolidou-se nos bailes e festividades populares, em espaços de convivência social e cultural que continuam vivos e ativos em todo o país.

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Um dia acordei para ‘jornalizar’ a vida com os meus leitores. Nesta época trabalhava no extinto jornal Tribuna do Ceará, de propriedade do saudoso empresário José Afonso Sancho. Daí me veio a ideia de criar o meu próprio site. O ponta pé inicial se deu com a criação do Caririnews, daí resolvi abolir este nome e torna-lo mais regional, foi então que surgiu O site “Caririeisso” e, desde lá, já se vão duas décadas. Bom saber que mesmo trabalhando para jornais famosos na época, não largava de lado o meu próprio meio de comunicação. Porém, em setembro de 2017 resolvi me dedicar apenas ao site “Caririeisso”, deixando de lado o jornal Diário do Nordeste, onde há sete anos escrevia uma coluna social…

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