
Não basta ser candidato a prefeito em Juazeiro do Norte, tem que ter perspectiva de vitória. Melhor que mergulhar numa viagem incerta, será buscar fechar um acordo com chances reais de garantia de um prolongamento de sua participação ativa na vida política da cidade.
Essa estorinha de se candidatar ao Palácio José Geraldo da Cruz na perspectiva de se ganhar bem, mas se perder pelo menos teve a chance de mais uma vez ficar no imaginário dos eleitores, em sua memória, pelo amor de Deus, pode ser uma faca de dois gumes.
Mirem-se no exemplo recente do empresário Nelinho de Freitas que foi eleito deputado estadual, logo após se candidatou a prefeito municipal, ficando na terceira colocação e quando buscou essa fórmula da memorização do eleitorado para referendar a sua candidatura à Câmara Federal não encontrou a esperada resposta, foi barrado no baile literalmente.
O ex-prefeito Arnon Bezerra foi em busca da reeleição, fez uma campanha de exposição de seu nome de dimensões colossais e quando também buscou essa tal de memorização do eleitor não encontrou a ressonância desejada.
Por isso é que o político deve pensar muito bem, antes de se entregar a certas aventuras eleitorais. Repito: melhor um acordo bem feito do que mergulhar em um projeto sem a consistência que deve ter para salvaguardar a sua permanência no jogo da política citadina. Senjdo assim, estamos para lá de conversados.






