

Muita gente de direita, mais notadamente os mais radicais, têm me peitado com a devida cautela e discussão tranquila sobre a minha descrença numa aliança dos outroras opositores e militantes esquerdistas Ciro Gomes, Roberto Cláudio, José Sarto com os direitistas juramentados André Fernandes Carmelo Neto, Eduardo Girão e Capitão Wagner.
Ciro Gomes & Cia vira e mexe não controlam o linguajar e desferem críticas para todo lado, tanto para cima de Lula como para Bolsonaro. O jornalista Paulo César Norões, por exemplo, publicou em sua coluna de O Otimista de ontem, terça-feira, 22 de julho, que é prudente manter sempre uma brigada de apaziguadores de prontidão para acalmar os nervos de André e Ciro. O que vemos é que tentam homogenizar uma oposição que já está nascendo heterogênea. Esta semana que passou mais um abalo sísmico ocorreu nesse ajuntamento político diante da declaração do deputado federal do PL cravando candidatura própria ao Governo do Ceará em 2026 e descartando aliança com Ciro Gomes e Roberto Cláudio. Segundo ainda PC Norões, o estopim foi um vídeo em que o ex-ministro critica duramente os bolsonaristas.
Para quem conhece bem André Fernandes e Carmelo Neto, arre égua(!), sabe muito bem que os dois são um dos maiores defensores do Bolsonaro e dos bolsonaristas aqui no Ceará e no Brasil. Por isso que venho afirmando aqui neste nosso espaço, dificílima vai ser uma aliança opositora no Ceará colocando num mesmo alforge os ciristas e os bolsonaristas. Fiquem atentos, porque de política a gente entende um bocadinho. Sorry periferia política!!!!






