

Juro que me esforço para entender ou encontrar em algum lugar do mundo o amor que os petistas estaduais dizem sentir por Juazeiro do Norte e o apreço que se dizem tomados por gente não petista, mas topa viver à sombra de seu poder. Quando a petezada conseguiu eleger por meio do então prefeito Raimundo Macedo o primeiro e único prefeito naquela cidade, o doutor Manuel Santana, trouxeram lá de Fortaleza uma tal de Fátima Bandeira que veio acompanhada de sua trupe e olha que fizeram uma bagaceira tão grande no governo deste pobre médico vermelhuco que até hoje o homem está proibido de se candidatar por problema com a justiça e com o povo romeiro que jamais o perdoará por essa desfeita.
Gilmar Bender que é um empresário empreendedor, tudo que ganhou em Juazeiro reinvestiu para ajudar ao lado de outros empreendedores a cidade a se tornar essa pujança econômica que é hoje. Apanhou tanto dessa gente na tentativa de ser prefeito da cidade que cansou e pegou o beco. Hoje em dia apoia com total convicção o atual prefeito Gledson Bezerra, quer mais é distância de candidatura para si, e sofre por demais por ser alvo de ataques infundados por parte da ala petista citadina e estadual.
Ciro Gomes recentemente revelou que até tentou alavancar o ex-deputado estadual e federal e, por último prefeito, mister Arnon Bezerra a chegar ao topo da política estadual, porém, o mesmo se perdeu no caminho. Mesmo assim na eleição passada que Arnon Bezerra disputou como recandidato a prefeito, Os irmãos Ciro e Cid Gomes com ele ficaram, mas todos estão carecas de saber que o filho querido de dona La Salete Bezerra foi atropelado por Camilo e Fernando Santana por motivos que já foram discutidos até por demais aqui neste espaço e em outros veículos de comunicação.
Nelinho de Freitas na eleição estadual passada se posicionou ao lado dos que apoiavam a candidatura de Elmano de Freitas, mas todos sabem que a chapa do governador eleito não conseguia encontrar um vice-governador que não tivesse problemas de ordem ética e jurídica(foi um troca troca danado de candidatos, lembram?). Eis que cogitaram o nome de Nelinho de Freitas para ocupar a vaga. Necas de pitibiribas. Mais uma vez houve uma tremenda repulsa por parte dos petistas e também de muitos pedetistas que naquele tempo ainda se encontravam neste partido. O presidente do MDB Eunício Oliveira que na ápoca era o cara que deveria indicar tal posição, diante de tanta pressão, veio a Juazeiro do Norte, conversou com Nelinho e acenderam o cachimbo da paz.
Agora nesta eleição municipal de 2024 o aliado Davi Macedo está sendo vítima da mesma grosseria política, pois se encontra em primeiro lugar(dentre os candidatos de oposição) nas pesquisas de opinião popular, Fernando está na rabeira e querem por fim da força que o candidato seja aquele que não possui votos em Juazeiro do Norte. Outra vez eles estão chegando para atropelar mais uma força política juazeirense que deseja se estabelecer, mas não pode e nem deve insistir.

Deputado estadual Davi Macedo
Até quando as lideranças aliadas aos petistas irão suportar essas degolas políticas ninguém sabe, mas bem que Davi como um jovem político, iniciando a carreira, poderia fazer valer o seu peso político e dar um basta nessa gente que os trata como políticos de baixíssima categoria, que devem mais é obedecer a “Lei de Chico de Brito”: “que significa: “quem faz a lei sou eu e não tem apelação”.
UM MINUTO POR FAVOR: Francisco José de Brito era um cratense que assumiu em 1912 as funções de intendente (prefeito) do Crato. No Governo do Accioly no Ceará, era intendente do Crato o Cel. Antonio Luís Alves Pequeno. A política virou, e assumiu o Governo do Estado o Cel. Franco Rabelo. Este nomeou para Intendente do Crato o Cel. Francisco José de Brito. O antigo Intendente não quis entregar o posto. O novo Intendente foi ao Lameiro e falou com outras figuras importantes da cidade: Francisco Calaça, Diógenes Frazão, Abdon da França Alencar, César Pereira. Com esses e mais outros homens de confiança, entre eles Augusto Pereira Amorim, foram até à Prefeitura, encontrando-a fechada. Colocaram a porta abaixo. O Cel. Francisco José de Brito sentou-se na cadeira do Intendente, como uma maneira de formalizar a posse. Nisto, surge o Dr. Irineu Pinheiro (veio a se tornar o maior historiador do Crato), sobrinho do Intendente deposto. Revoltado, perguntou:
– “Mas que Lei é esta, me diga?”
O novo Intendente sentenciou:
– “É a Lei de Chico de Brito! Esta Lei eu mesmo fiz”
Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia!!!!!






