
“A nova” número um é a sempre elegante e discretíssima filantropa Vicky Safra, a primeira mulher a se tornar a pessoa mais rica do país no qual desde seus primórdios o capital sempre esteve majoritariamente em mãos masculinas.
Vicky, assim como todas as outras bilionárias brasileiras, herdaram suas fortunas, uma vez que o Brasil ainda está para produzir uma integrante do clube dos dez dígitos “self-made”, ou seja, que tenha conquistado sua própria riqueza sozinha e começando do zero.
Natural da Grécia, país do qual ainda é cidadã, e viúva do banqueiro Joseph Safra, o mais rico dos brasileiros até sua morte em 2021, Vicky herdou do falecido marido que preferia contar seus lucros de cabeça e detestava calculadoras um sem número de negócios e ativos líquidos dos mais variados que somam US$ 18 bilhões (R$ 92 bilhões), cifra que a coloca entre os 330 maiores bilionários do planeta e também no Top 10 das mulheres mais ricas.
Na América Latina, só fica atrás da chilena Iris Fontbana, viúva do industrial e magnata das cervejas Andrónico Luksic, que morreu em 2016 e deixou para ela seus quase US$ 23 bilhões (R$118,2 bilhões) acumulados em vida.





