

Hoje pela manhã tentei falar com o suplente de deputado estadual em exercício, Pedro Lobo (PT), para ouvir da boca dele essa estorinha de que teria importunado sexualmente uma jovem senhora — ou senhorita — dentro do avião que os trazia para o Crajubar.
Infelizmente, Pedro não atendeu. Mas quero dizer que, num momento desses, a gente não pode recuar: é preciso ir a campo e tentar recuperar o prejuízo.

Hoje, o jornalista cratense Ronuery Rodrigues amanheceu publicando uma frase do Padre Manuel Bernardes, que afirma: “A virtude do silêncio é rara, porém necessária. Em certos casos, dizem os filósofos.” Diante disso, peguei o celular e liguei para um amigo que é dono de uma agência de marketing político em Fortaleza. Evidentemente, ele me pediu para pontuar a consulta sem expressar a fonte, no que concordei plenamente e aqui faço valer o seu ponto de vista:
“O silêncio muitas vezes fala mais alto do que palavras. Ele pode transmitir emoções, reflexões e sabedoria, permitindo que as ideias se amadureçam e se tornem mais claras. Em momentos de tensão, optar pelo silêncio pode ser uma resposta poderosa, permitindo que as emoções se acalmem e que a clareza surja. Além disso, o silêncio pode ser uma forma de resistência e uma resposta que revela verdades ocultas. Quando as palavras não conseguem expressar o que sentimos, o silêncio se torna uma resposta mais sincera e poderosa.”
Porém, quando Pedro Lobo resolver romper a barreira do silêncio, deverá apresentar esclarecimentos convincentes e esclarecedores — tanto para aclarar esse transtorno atual quanto a sua condição de repetição do erro que, para este colunista, foi uma tremenda surprise. Sim, pois acabo de ser informado de que o sujeito teria outras controvérsias nesse aspecto.
Falaram-me que o mesmo, no ano de 2019, foi preso por suspeita semelhante, mas conseguiu se livrar da cadeia após pagar fiança. Sendo assim, terá não apenas de buscar argumentos que o livrem de problemas com a Justiça, mas também de convencer a sociedade acerca desse desvio de conduta.
Por enquanto, estamos para lá de conversados. Sorry, periferia!





