

Nesses trinta dias, por mais espalhafatosas que tenham sido as ações do primogênito de José Euclides Ferreira Gomes e dona Mazé, sua tendência tem sido a de desidratação política. Ele não conseguiu crescer nas pesquisas de opinião pública; ao contrário, segundo os próprios levantamentos, vem registrando queda. Não está sequer conseguindo sustentar os índices que apresentava quando ele, Elmano e o senador Girão passaram a integrar o rol dos pré-candidatos ao Governo do Ceará.
Nenhum prefeito deixou a base governista para se aventurar a aderir ao projeto de Ciro Gomes, que se aliou a antigos adversários e a setores desalinhados com ele em termos ideológicos para enfrentar aqueles que, até bem pouco tempo, defendia com unhas e dentes.
Nada mudou até agora na sucessão estadual, mas isso tende a mudar porque os líderes incontestes do Ceará — e isso é fato —, os senadores Cid Gomes e Camilo Santana, aos poucos estão entrando mais diretamente na campanha, alinhavando apoios, trabalhando pela unidade governista, buscando o caminho da não agressividade política e fazendo o povo compreender que o projeto de poder que representam está muito além do alcance dos opositores.
Segundo essa visão, seus adversários não teriam dimensão política suficiente para promover, simultaneamente, avanços nas áreas da saúde, educação, assistência social, crescimento econômico e outras. Ao mesmo tempo, procuram demonstrar à população que, para que tudo isso aconteça, são necessários votos, o verdadeiro oxigênio da classe política.
Sendo assim, estamos mais do que conversados. Sorry, periferia política!!!







