
POLÍTICA SEMPRE

1- O prefeito Glêdson Bezerra não tem feito nada para enfraquecer os argumentos do deputado estadual Fernando Santana em defesa de sua candidatura a prefeito de Juazeiro do Norte, vejam muito bem, deseja sem polemizar com o mesmo apenas a palavra empenhada de que se nas eleições para deputado estadual de 2022 Glêdson nele votasse para a sua reeleição ao parlamento estadual, poderia contar com ele para seu projeto de reeleição para prefeito. Prometeu também milhões em recursos para ajudar o prefeito romeiro a resolver alguns problemas de ordem administrativa e isso seria maravilhoso para a cidade. O que está acontecendo, porém, é a negativa deste apoio politico(existem até gravações do próprio contraparente do Camilo Santana afirmando tal compromisso) e o dinheiro que chegou nos caixas prefeiturais não representou nem 20% do que fora prometido.
2- O argumento de que não poderá votar em Glêdson Bezerra para reeleição por este não apoiar o presidente Lula e o governador Elmano de Freitas, minha nossa, não possui nenhuma consistência, pois nas eleições de 2022 o mesmo não votou em Lula e nem em Elmano e isso foi por demais tolerado por Camilo, Fernando Santana e toda a tropa petista. Bom será buscar outra narrativa mais consistente, pois esta não se sustenta nem aqui e nem na China.
3- Para concluir este comentário político, bom sacar que o prefeito juazeirense não só votou em Fernando Santana para deputado estadual, como escolheu Camilo para ser o seu senador.

4- As queimadas ocorridas ontem nas localidades de Arajara, em Barbalha, e Romualdo, no Crato, bem servem para mostrar quão estamos vulneráveis a esses tipos de intempéries da natureza. Foram três dias que essas localidades foram tragadas pelas chamas e CMBio, Ibama e Corpo de bombeiros nem escutaram a zoada da mutuca. Este colunista gravou vários áudios alertando para a situação caótica e necas de pitibiribas. Vários moradores destas localidades entraram em contacto comigo pedindo socorro, mas ninguém por lá compareceu. Os próprios sitiantes resolveram se reunir e tentar amenizar o problema, mas essa reação se tornou incipiente, foi o mesmo que tentar pegar água com peneira. E assim vamos caminhando tentando sobreviver teleguiados por governos estaduais e municipais completamente despreparados e alheios às agruras de nossa população. É dose para elefante.





