

Castelo de Versailles
Vou lhe contar uma coisa… Encontramos cearense em qualquer lugar do mundo; basta dar uma saidinha pelo Brasil ou pelo exterior para constatar essa verdade.
Certo dia, há um bom tempo, atravessando de navio o trecho Salvador–Ilha de Itaparica, na Baía de Todos-os-Santos — lugar famoso do Brasil, inicialmente conhecido como balneário de repouso e de saúde, graças às suas belas praias e à água mineral que jorra da Fonte da Bica —, quando menos espero, na confortável sala do ferryboat(espécie de embarcação de luxo), avisto aquela senhora de cabelos aloirados. Pimba(!): era minha professora de História do Colégio Diocesano do Crato, dona Juraci Batista.
Cara! Fiquei impressionado. Fui falar com ela, e foi aquela satisfação, pois nada melhor do que estar em um lugar distante de nossa terra e encontrar um conterrâneo.

Encontro casual do cratense Kalaman Liberal com o bom demais Manuel Linhares(crateuense) em pleno interior do Castelo de Versailles.
Pois não é que algo semelhante aconteceu com o gerente-geral da Unidade SEST/SENAT do Crato, mister Kalaman Liberal? Em viagem por Paris, na França, e Londres, na Inglaterra, ele encontrou, no interior do Castelo de Versailles(Paris-França), outro amigo meu, que atende pelo nome de Manuel Linhares, o Baixinho — sujeito que não perde uma oportunidade de se mandar para plagas internacionais, já que as brasileiras, acredito, ele já conheceu quase todas, em razão de sua condição de dono de hotéis e de ter sido, por várias vezes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH).
Fiquei deveras contente com esse encontro fortuito entre esses dois amigos e desejo que continuem aproveitando essa turnê maravilhosa pela Velha Europa. Fiquem atentos, pois, em sociedade, tudo se sabe.
Sorry, periferia!!!!






