

Danisca Socorro Ribeiro com os friends romeiros Daniel Teixeira, Wégino e Kildare no ‘fuzuê” de Sampa
A jornalista Socorro Ribeiro deu um “stop” nos carnavais do Crajubar e do litoral cearense, lugares onde sempre costuma curtir a folia, e tomou o rumo de Sampa na companhia de animados amigos que adoram uma farra.
Chegando lá, não teve essa conversinha de “roubaram o coração da minha sogra, puseram o coração de um jacaré. Sabem o que aconteceu? A velha se mandou e o jacaré morreu”. Nãnãnãnãnãnã, cara pálida! Aqui, o jacaré — ou melhor, os jacarés — não permitiram ser passados para trás e saíram pela Ipiranga, encontrando a Avenida São João, saracoteando e dando rabadas em todos aqueles foliões mais atentos aos “chegamentos” não convencionais e cheios de vontade de “mamãe, eu quero, mamãe, eu quero, mamãe, eu quero mamar. Dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta pro bebê não chorar…”.
Mas, segundo Socorro Ribeiro, o Carnaval é uma invenção do diabo que Deus abençoou. Pôs-se o diabo na Pauliceia Desvairada, e aí tudo se transformou naquele escarcéu: gente de todo lado, gente de toda cor, gente de toda tribo para se balançar e fazer o chão da terra tremer. Avisou! Avisou! Avisou! Avisou! Sei não… Entendam, entendam, entendam…






