

Olha gente, longe deste colunista concordar com o que fizeram com o influenciador Gefferson Willian dos Santos, de 33 anos, conhecido nas redes sociais como “Rei do Fuá.” Tenho dito que depois do advento da internet a nossa profissão jornalística foi invadida por certas figuras que fazem de tudo para ganhar momentos de fama e com isso auferirem lucros com o fruto de um trabalho exacerbado, exagerado e até por demais ofensivo e calunioso. Atacam pessoas como se isso não merecesse uma análise mais detalhada a respeito desses achaques.
Podemos como jornalistas e isso é o que procuramos fazer sem intenções de ganhar com agressões, esclarecer fatos, investigar situações anômalas praticadas por políticos, policiais e outros profissionais que se desviam do politicamente ético ou correto, mas buscando dados, encontrando indícios que nos levem a mostrar a prática de algo controverso, porém, sempre procurando nesses trabalhos subsídios para que os órgãos competentes e legais se sintam municiados ou impelidos a agir contra aqueles que estão agindo, digamos, fora da lei, da normalidade.
Não pode é querer ser o dono da razão, expor situações, reputações sem um certo critério de apuração e denúncia. Infelizmente todos aqueles que assim teimarem em agir vão estar expostos à sanha de muitos que não esperam soluções legais para reparação de danos, findam buscando justiça pelas próprias mãos. Foi o caso do Rei do Fuá, que exagerou na dose por não possuir dentro de si as noções de como praticar um bom e producente jornalismo, acabou fuzilado por pistoleiros até agora desconhecidos. Morreu inebriado pelo gostinho da fama, fama que trás momentos de prazer e termina quase sempre em uma grande tragédia. Fica aqui o nosso repúdio a tamanha violência a um ser humano, mas acima de tudo deixo o exemplo de que o bom jornalismo não pode ser passado para trás por pessoas inexperientes e enfeitiçadas com o encanto que essa nossa profissão promove em quem o pratica. Chega de deslumbres, vamos cair na real, sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia!!!!!
Em tempo: Vejam bem o linguajar, o destempero verbal desse cidadão assassinado e que se arvorava a dizer que era comunicador, formador de opinião. Não era de forma alguma nem um nem outro, destempero jornalístico deste naipe só nos faz morrer de vergonha. Que Deus tenha piedade da alma desse jovem que aqui no mundo confundiu alhos com bugalhos. Que certas figuras que andam pelas redes sociais fazendo esse tipo de comunicação esculhambada, tomem este caso do Rei do Fuá como exemplo e parem com isso. Vamos nos ater aos impropérios desse pobre coitado:






