

Voltando à hora do recreio, só que desta vez a recreação será em torno da política de Juazeiro do Norte, dizem que os mentores ou aqueles que respaldaram a candidatura de Fernando Santana(PT) a prefeito de Juazeiro do Norte, estão naquela de “esperar” por uma pronta reação do candidato perante a fortaleza que se tornou a candidatura do atual prefeito Glêdson Bezerra(Podemos). Caso o deputado estadual não reaja daqui para a primeira quinzena de setembro, blablau, será melhor os seus mentores esfriarem os ânimos, reconhecer que erraram na fórmula para enfrentamento da campanha mais disputada do interior cearense e buscar um estado de ânimo que resulte numa convivência pacífica pós refrega com o prefeito que promete acabar com o tabu de que Juazeiro do Norte não reelege o seu mandatário maior. Sim, pois após a eleição municipal deste 2024, virá a batalha de reeleição do governador Elmano de Freitas(PT) e com que roupa o homem virá pedir votos no Cariri se o portfólio eleitoral será dos piores: “perdeu a eleição na Capital do Cariri” e surgirá desta derrota uma liderança que com certeza empanará o brilho político do único referencial de votos do Partido dos Trabalhadores e aliançados aqui na Região que é justamente Camilo Santana.
Por isso que neste espaço usei e abusei da recomendação de que em política é melhor um bom acordo que uma derrota que ponha em risco todo um projeto político. O prefeito Glêdson Bezerra pelejou para continuar a sua política de boa convivência com os vermelhucos, cada um em seu quadrado, porém, com a capacidade de uma boa convivência com os contrários, chegando ao ponto do prefeito abrir mão de alguns conceitos políticos para votar em Fernando Santana para deputado estadual e Camilo Santana para senador da República.

Todos aqueles que não tiveram a capacidade de raciocínio político e induziram o senador ministro Camilo Santana a entrar nesse catatau político, com certeza irão pagar muito caro e serão colocados no freezer a zero grau para nunca mais se arvorarem a dar uma de “Antonio Conselheiro às avessas”, sim, porque Antônio Vicente Mendes Maciel, mais conhecido como Antônio Conselheiro, também se autodenominando “O Peregrino”, foi um líder religioso brasileiro, figura carismática, adquiriu uma dimensão messiânica ao liderar o arraial de Canudos, um pequeno vilarejo no sertão da Bahia que atraiu milhares de sertanejos, entre camponeses, indígenas e e escravos recém-libertados, e que foi destruído pelo Exército da República, na chamada Guerra de Canudos, em 1897. Teve figura em Juazeiro do Norte que se inspirou no grande “Antonio Conselheiro”, acreditando que o rolo compressor do Governo do Estado iria ter essa mesma força que o Exército Brasileiro. Arre égua(!), quebraram a cara. Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia!!!!






