

Hoje, domingo, 19 de julho, estamos nos momentos finais de uma festa que se tornou gigante por sua própria natureza. Refiro-me à realização de mais um capítulo da Exposição de Animais e Produtos Derivados do Crato.
Neste ano, a festa foi a maior, mais bem estruturada e mais inclusiva de todas as edições já realizadas. Sentimos que, por mais que os organizadores se esforcem para afastar a política do evento — política essa que tanto negativismo impõe a essa grande festa —, alguns insistem em utilizá-la como peça de narrativas voltadas à conquista de mesquinhos dividendos eleitorais.
Os políticos que mais se empenham em engrandecê-la tornam-se os alvos preferenciais dos opositores do prefeito André Barreto e do deputado federal Yury do Paredão, em uma clara tentativa de apequenar o trabalho que ambos desenvolvem em prol da única festa capaz de destacar nossa cidade no mapa turístico nacional.
Antigamente, tínhamos o Carnaval cratense, que figurava entre os principais do Ceará e das demais cidades do interior do Nordeste. Agora, resta-nos torcer para que a classe política, frustrada por não alcançar os píncaros do poder em nossa cidade, não consiga eliminar do mapa a nossa maior festa.
Que venham muitos outros capítulos da ExpoCrato e que toda essa gente que vive tentando derrubá-la — como os “bichos escrotos que saem dos esgotos” (royalties para os Titãs) — desapareça do horizonte do nosso povo. Que os verdadeiros defensores do engrandecimento da nossa amada ExpoCrato tenham, a cada ano, mais disposição, garra e coragem para continuar na missão de tornar esse nosso patrimônio cada vez maior.
Ave, ExpoCrato!






