

Essa condição que os partidos nanicos de esquerda estão impondo ao prefeito do Crato caso verdadeira é deprimente. É o famoso “toma lá dá cá”, ou seja, trocar apoio por cargos no governo. São dois partidos que não conseguem lotar uma Kombi, altamente contestados na condução de algumas entidades classistas, pois suas lutas são mais por posições de alguns na gestão que lutas por vida melhor para aqueles que se dizem defensores.
André é o tipo do cara que não se nega a dialogar, ouvir e emitir opinião, mas estranha quando o diálogo é trocado por imposições dessa ou daquela natureza. Como querer endurecer com um prefeito que ainda está a menos de três meses de mandato? Tem aliado que mais parece adversário e isso é inconcebível. O nivel de entrelaçamento desses partidos com o PT do prefeito André Barreto não se resume ao Crato, mas dentro de uma conjuntura estadual e federal, dai que é necessária muita parcimônia na hora de se rebelar contra quisquer das instâncias. Pelo que conheço do alcaide cratense, vejam muito bem, posso dizer de cátedra que é um homem manso, sabe muito bem ouvir, discernir o certo do errado e reconhecer a importância de todos aqueles no contexto político que estão inseridos. Rebeldia não combina com aquele que almeja espaços numa gestão, afinal, só quem sabe onde o calo aperta é quem está usando o calçado. Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia política!!!!






