

Descobri neste Carnaval que existe muito jovem cometendo maldades e maledicências contra pessoas que têm um grau de reconhecimento público e que não fazem mal a ninguém, mas que estão sendo vítimas de suas estripulias na ânsia de ganhar algum tipo de notoriedade seja qual for o preço.

Vejam bem, certo patamar de sucesso tem que ser conquistado à base do eticamente correto, não conheço sucesso concreto conquistado através do imperfeito. Que coisa boa é a gente poder chegar lá no topo com todos reconhecendo que se assim o chegamos foi através da honestidade e da bem querença com o próximo, enfim, fazendo o bem.

Falo de gente que anda usando a internet para distorcer momentos, insinuar situações ou comportamentos. Usam e abusam das redes sociais na ânsia de um sucesso capenga, às avessas. Nada melhor que usar esses mecanismos para promover a melhor informação, enaltecer trabalhos, reconhecer méritos, enfim, fazer o bem sem olhar a quem. Nunca canso de citar uma frase do médico Ricardo Quidute: “Marquinho é o nosso rouxinol, amanhce todos os dias fazendo a gente feliz com o seu jornalístico mavioso”. E assim vou trilhando o meu caminho, caminhando e cantando e seguindo a canção, somos todos iguais, braços dados ou não, nas escolas, nas ruas, campos, construções, caminhando e cantando e seguindo a canção…” Para essas pessoas que distorcem imagens, cometendo abusos, tentando sujar reputações por puro sadismo, vontade de cometer o mal, oferecemos esta linda canção do cantor e compositor Geraldo Vandré, intitulada “Quem sabe faz a hora não espera acontecer”:






