

Ontem, por ocasião da abertura da Festa do Pau da Bandeira de Santo Antônio, em Barbalha, durante a tradicional missa de abertura dos festejos religiosos, o padre da Igreja do Rosário ficou atônito com a falta de zelo do candidato a governador Ciro Gomes ao levar uma claque formada por pessoas deseducadas, deselegantes e desrespeitosas para aclamar seu nome no interior do templo religioso. A situação levou o sacerdote a pedir, encarecidamente, mais respeito à Casa de Deus.
Ciro, que deveria ter dado a ordem para que seus apaniguados baixassem o tom e atendessem ao pároco, deixou a muvuca seguir durante todo o tempo, prejudicando o tradicional ato religioso. A bancada do governador Elmano de Freitas e do senador Camilo Santana permaneceu na dela, observando, com ar de desaprovação, a cena, que deixou o senador barbalhense perplexo e indignado por ter de suportar, em nome da democracia, um espetáculo tão deprimente. Lamentável.
Já fora da Igreja do Rosário, o candidato oposicionista não ousou repetir tal gesto. Sua trupe sabia que o mar não estava para peixe, afinal, os barbalhenses, em sua grandiosa maioria, veneram o filho mais ilustre da cidade e têm por ele uma empatia fora do comum. E não é para menos: quando governador, Camilo Santana construiu uma nova Barbalha.
Ao contrário, Ciro e sua turma foram recebidos não com vaias, mas com o povo barbalhense exaltando, em forma de jingle, os nomes do presidente Lula, do governador Elmano e do senador Camilo, numa forma de contestar sua presença sem sair do tom.
Sendo assim, estamos conversados. Sorry, periferia política!





