
É comovente o esforço de parte da imprensa para defender o doleiro Tacla Duran, que é identificado como “advogado”, “consultor” ou “funcionário” da Odebrecht, e tem sido apresentado como “vítima de extorsão” de Moro e Dallagnol. Já escrevemos aqui que entre os cerca de 2 mil envolvidos na Lava Jato, aproximadamente 600 foram denunciados e se tornaram réus, perto de 200 foram condenados, mas apenas um, justamente o doleiro Tacla Duran, que é réu confesso, teria sofrido extorsão… E ainda há quem acredite nele, como o surpreendente juiz Eduardo Appio, que se declara petista, assinava suas decisões judiciais com a sigla “LUL2022” e já deveria ser excluído da função, a bem do serviço público. Tacla Duran é espertíssimo, está faturando alto ao prestar serviços ao lobby da corrupção, montado pelos irmãos Wesley e Joesley Batista, e só volta ao Brasil quanto for “inocentado” igual a Lula. Quanto à “acomodação da agenda”, motivo alegado pela Veja para o adiamento da viagem do doleiro, é Piada do Ano. A agenda de Duran é mais vazia do que a cabeça de determinados jornalistas.





