BRASIL APOSTA EM NEGOCIAÇÃO DIRETA PARA DESMONTAR TARIFAÇO E EVITAR CONCESSÕES SENSÍVEIS

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Ricardo Abreu
Guilherme Balza
G1

O governo brasileiro espera que a reunião com os americanos para discutir o tarifaço aconteça nos próximos 15 dias, em Washington. A expectativa é que participem do encontro o vice-presidente e ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Alguns integrantes acreditam que a reunião de cúpula do clima, em Belém, pode inviabilizar um encontro na próxima semana. O governo ainda não recebeu dos americanos as contrapartidas esperadas para a negociação. A percepção no Planalto é de que americanos ainda não sabem claramente o que vão cobrar do Brasil, mas é certo que as demandas vão aparecer no encontro em Washington.

PAUTAS –  Negociadores afirmam que, nas conversas de alto nível, os americanos não mencionaram pautas como terras raras e participação do Brasil nos Brics como algo a entrar no radar das negociações. O tema das plataformas digitais apareceu, mas de forma lateral, sem aprofundamento.

Mesmo assim, os brasileiros apontam que entendem que Donald Trump vai querer se vender como vencedor, caso chegue a um acordo com o governo brasileiro para a retirada das sobretaxas de 40%. Por isso, a tarefa será buscar um entendimento e espaço para que os dois países possam sair contemplados.

ARGUMENTOS – A leitura do Planalto é de que os americanos já reconheceram, na reunião presencial entre Lula e Trump, que os argumentos apresentados na carta de julho que motivaram as sanções ao Brasil não existem. “Se Trump se reúne com Lula e não menciona os termos da carta de julho, significa que esses tópicos estão fora da mesa da conversa”, avalia uma fonte do governo.

Sobre Venezuela, o Planalto não descarta que tema possa voltar a ser ventilado nas próximas conversas com os americanos, mas reforçam que este não será um tema prioritário na reunião em Washington. “É um tema muito preocupante e traz consequências complicadas para a região, portanto não descartamos que volte a ser ventilado”.

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Um dia acordei para ‘jornalizar’ a vida com os meus leitores. Nesta época trabalhava no extinto jornal Tribuna do Ceará, de propriedade do saudoso empresário José Afonso Sancho. Daí me veio a ideia de criar o meu próprio site. O ponta pé inicial se deu com a criação do Caririnews, daí resolvi abolir este nome e torna-lo mais regional, foi então que surgiu O site “Caririeisso” e, desde lá, já se vão duas décadas. Bom saber que mesmo trabalhando para jornais famosos na época, não largava de lado o meu próprio meio de comunicação. Porém, em setembro de 2017 resolvi me dedicar apenas ao site “Caririeisso”, deixando de lado o jornal Diário do Nordeste, onde há sete anos escrevia uma coluna social…

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