

Marcos Peixoto sempre bem recepcionando essas figura especiais: Bertrand Boris e o herdeiro Rafael que já é um empresário de sucesso como o pai. Tal pai, tal filho e estamos conversados.
Todos os que comparecem ao nosso Feijão Preto do Marcos Peixoto são figuras especialíssimas, não apenas porque nós, que fazemos a festa, assim os consideramos, mas porque são reconhecidamente pessoas que conduzem suas vidas com o objetivo de bem conviver com o próximo. Acreditam que sociabilizar é preciso, apreciam o bom gosto em tudo, são gente do bem e adoram se divertir.
Por isso, a cada ano procuro ampliar a nossa lista de convivas, porém sem perder de vista a criteriosa análise de quem é quem para a formulação dos convites. Não é à toa que, neste ano, chegaremos à décima terceira edição, e pouquíssimos foram os que desistiram de continuar comungando conosco esse momento de raro prazer, de interação e, por que não dizer, também de nostalgia.
Neste ano, o meu admirável, querido e dileto amigo Bertrand Boris, um brasileiro de alma francesa — portanto, pura luz —, virá mais uma vez para a nossa festança, trazendo a querida consorte Patrícia e, de quebra, o filho Rafael Boris, que aqui aportará com a mobília doméstica completinha. Rafael não só deseja curtir o nosso Feijão Preto, como também conhecer a admirável Exposição do Crato, a famosa ExpoCrato.
E este colunista, com certeza, estará por aqui de braços abertos para recebê-los e se esforçará para que os momentos que iremos desfrutar juntos sejam especialíssimos enquanto durarem. Estamos juntos. Fiquem atentos, porque só aqui você fica por dentro do que rola em sociedade.
Sorry, periferia!







